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Benefício da Equoterapia em Pacientes com Paralisia Cerebral

domingo, 7 de fevereiro de 2010

As palavras Paralisias e Cerebrais são usadas para descrever uma condição de ser, um estado de saúde, uma deficiência física adquirida, um Distúrbio de Eficiência Física que durante muito tempo foi significado de invalidez. Atualmente, o termo Paralisias Cerebrais (P.C.) vem sendo usado como o significado do resultado de um dano cerebral, que leva à inabilidade, dificuldade ou o descontrole de músculos e de certos movimentos do corpo.
O termo Cerebral quer dizer que área atingida é o cérebro (sistema Nervoso Central - S.N.C) e a palavra Paralisia refere-se ao resultado do dano ao S.N.C., com conseqüências afetando os músculos e sua coordenação motora, dos portadores desta condição especial de ser e estar no mundo. Paralisias cerebrais não são doenças, mas uma condição médica especial, que freqüentemente ocorre em crianças), antes, durante ou logo após o parto, e quase sempre é o resultado da falta de oxigenação ao cérebro. As crianças afetadas por Paralisias Cerebrais têm uma perturbação do controle de suas posturas e dos movimentos do corpo, como conseqüência de uma lesão cerebral.
A Equoterapia é um recurso terapêutico utilizado desde os tempos de Hipócrates (458-370 AC) para prevenção de insônia, entre outros males, e na recuperação de militares acidentados na guerra. Asclepíades de Prússia (124-40 AC) aconselhava a equitação como tratamento para epilepsia e em diversos casos de paralisia.A Equoterapia é considerada método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas de Saúde, educação e Equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ou de necessidades especiais (ANDE, 1999).
A disfunção de movimento é uma grande área complicada por si só, com o problema dos distúrbios do tônus muscular, torna-se um grande desafio para o fisioterapeuta que procura desenvolver novos métodos de reabilitação para estes pacientes.
No entanto por esse desafio que buscamos a melhor maneira de como tratar pacientes com Paralisia Cerebral que precisam de um acompanhamento e uma atenção muito grande para seu tratamento fisioterápico.
Qual o benefício da equoterapia em pacientes com paralisia cerebral?
A Equoterapia utiliza o cavalo como facilitador para um melhor desenvolvimento neuropsicomotor e psicológico do indivíduo.
Segundo Texeira, Olney e Brauwer (1998)
o comprometimento da amplitude articular, denotado dor e deformidades, costuma ser verificado através de exames goniométricos.” Entretanto, ainda que os dados encontrados em uma avaliação clínica representam os de maior relevância ao diagnóstico, estes constituem achados meramente subjetivos, correlacionados diretamente, às limitações dos métodos empregados, que podem não ser sensíveis o suficiente para detectar alterações discretas no tônus muscular.
A terapia age através dos movimentos precisos, rítmicos e tridimensionais do cavalo (látero-lateral; antero-posterior e longitudinal) que permitem a todo instante entradas sensoriais em forma de propriocepção profunda, estimulações vestibular, olfativa, visual e auditiva.
Segundo Frazão (2002), "os movimentos transmitidos por um cavalo, ao passo, são similares aos movimentos do andar de um homem saudável, ainda, a rotação da cintura pélvica, em ângulo maior que o registrado durante a marcha humana".
A interação da criança portadora de Paralisia Cerebral com o animal (cavalo) propicia ganhos no controle de postura, normalização do tônus muscular, melhoria da coordenação motora, redução de espasmos, estimulação tátil vestibular, aumento da autoestima e da autoconfiança.
Frazão (2002) relatou que "as oscilações e o movimento do cavalo estimulam as reações de equilíbrio e um melhor controle de posição do tronco e da cabeça da criança praticante".
O grande diferencial da Equoterapia, no entanto, é ser multiprofissional, interdisciplinar e transdiciplinar, com os pacientes orientados, em cada sessão, por uma equipe. Esta equipe pode ser formada por profissionais da área de saúde como o fisioterapeuta, o fonoaudiólogo, o psicólogo, o terapeuta ocupacional, o psicomotricista e o médico. Esta equipe pode ser formada também por profissionais da área da educação como o pedagogo, o psicopedagogo e o professor de educação física. Esta equipe pode ser formada também por profissionais da área da equitação e de trato animal como o instrutor de equitação, o auxiliar guia, o tratador, o veterinário e o zootecnista.
A Equoterapia é indicada nos tratamentos dos mais diversos tipos de comprometimento, principalmente os que apresentam déficit motor nas patologias neurológicas. No entanto, contra indicam o uso da Equoterapia em todas as doenças na fase aguda e no caso de deficiências graves.
O objetivo principal do programa é a reabilitação, proporcionando à criança o desenvolvimento de suas potencialidades, respeitando seus limites e visando sua integração na sociedade. Os benefícios da equoterapia são vários, tais como:
Estimula a respiração e a circulação;
Desenvolve a coordenação motora fina;
Favorece o controle de cabeça e tronco;
Melhora a postura e simetria corporal;
Aumenta a mobilidade nas articulações;
Melhora o equilíbrio;
Aumenta a flexibilidade corporal;
Promove a descontração e desenvolvimento da socialização;
Melhora a autoestima;
Desenvolve perseverança e autonomia;
Melhora a capacidade de concentração;
Contribui para aquisição de esquema corporal;
Impõe noções de limite e disciplina;
Combate ao estresse;
Favorece o relaxamento físico e mental.

De acordo com Casalis (1990) e Cópia (2001), o posicionamento adequado do paciente constitui uma das mais importantes medidas terapêuticas no combate às posturas viciosas, e deve estar de acordo com as necessidades individuais de cada paciente. Com tudo, o posicionamento deve sempre enfatizar simetria, proporcionando a reformulação de um melhor e novo esquema corporal.
Outros fatores a serem observados estão na necessidade de explorar ao máximo a funcionalidade do paciente em cada posição, assim como estimular o uso de todo o seu sistema sensorial.

Avaliação Motora em Crianças


Pré III: 17 alunos de 5 a 6 anos
Pré II: 16 alunos de 4 a 5 anos
Pré I (A e B): 24 alunos de 3 a 4 anos
Maternal: 18 alunos de 2 a 3 anos
Maternal I: 13 alunos de 2 a 3 anos
Berçário: 8 alunos de 0 a 1 ano

Motricidade fina- empilhar cubos formando uma torre (2 anos), construir uma ponte com 3 cubos (3 anos), enfiar a linha na agulha (4 anos), fazer um nó simples em um lápis (5 anos), traçar com um lápis uma linha contínua do início ao fim de um labirinto (6 anos), fazer uma bolinha compacta com um pedaço de papel de seda (7 anos), com a ponta do polegar tocar com a máxima velocidade os dedos da mão, um após o outro, sem repetir a seqüência (8 anos);

Motricidade global - subir sobre um banco de 20cm (2 anos), saltar sobre uma corda estendida sobre o solo (3 anos), saltar no mesmo lugar (4 anos), saltar uma fita elástica na altura de 20cm (5 anos), caminhar sobre uma linha (6 anos), saltar por um percurso retilíneo num pé só (7 anos), saltar uma fita elástica na altura de 40cm (8 anos);

Equilíbrio - equilíbrio com ambos os pés sobre um banco (2 anos), equilíbrio com um joelho no chão e a outra perna flexionada à frente (3 anos), equilíbrio com troco flexionado (4 anos), equilíbrio nas pontas dos pés com os olhos abertos (5 anos), equilíbrio em um pé (6 anos), equilíbrio de cócoras (7 anos), equilíbrio com o troco flexionado sobre as pontas dos pés (8 anos);

Esquema corporal - de 2 a 5 anos imitação de gestos simples: movimentos das mãos e dos braços e de 6 a 11 anos prova de rapidez (marcar o máximo de riscos dentro uma folha quadriculada, quadrado por quadrado);

Organização espacial - encaixar peças geométricas em um tabuleiro (2 anos), mesma tarefa apresentando as peças em posição invertida à do tabuleiro (3 anos), identificar o palito mais longo de dois palitos de tamanhos diferentes em posições trocadas (4 anos), montar com dois triângulos um retângulo unindo suas hipotenusas (5 anos), identificação de direita e esquerda (6 anos).

2 a 3 anos
Habilidades Motoras Grosseiras:
Anda de triciclo
Anda para trás
Anda na ponta dos pés
Corre sobre os dedos do pé
Sobe e desce escadas alternando os pés
Apanha bolas grandes
Pula em um só pé


Habilidades Motoras Delicadas:
Gira maçanetas
Abre e fecha garrafas
Abotoa botões grandes
Usa tesouras infantis com ajuda
Resolve quebra cabeças de 12 a 15 peças
Dobra papel ou roupas

ATIVIDADE PARA AVALIAÇÃO:
Habilidades Motoras Grosseiras:
De uma em uma criança, ir pegando as bolas de dentro dos bambolês e voltar pulando com os dois pés juntos e seguir ao final da fila. Fazer duas filas. Uma de meninos e outra de meninas.

Habilidades Motoras Delicadas:
Resolver quebra cabeças de 12 a 15 peças fazer duplas
Colocar tampas nas garrafas, divide-se em duas filas meninos e meninas

3 a 4 anos
Habilidades Motoras Grosseiras:
Atira bola a 3 metros
Anda sobre uma linha por 3 metros
Pula 2-10 vezes em um só pé
Salta distância de até 60 cm
Pula obstáculo de até 30 cm
Atira e pega bolas pequenas
Corre com rapidez e evita obstáculos

Habilidades Motoras Delicadas:
Controla os lápis com mais eficiência
Copia círculos ou cruzes
Combina cores
Corta com tesoura
Desenha figuras humanas reconhecíveis, com cabeça e MMII e MMSS
Desenha quadrados
Pode demonstrar preferência por uma das mãos

ATIVIDADE PARA AVALIAÇÃO:
Habilidades Motoras Grosseiras:
2 filas, pular em um só pé, dentro dos bamboles, no último o fisio joga bola até a criaça pegar uma, volta em um só pé e entrega a bola para a criança ki esta em primeiro na fila, está ira pulando sob um só pé, e jogará a bola para o fisio, que jogará novamente até a criança pegar, e assim sucessivamente até o último da fila estiver na frente novamente.

Habilidades Motoras Delicadas:
Desenhar a sua família ou as pessoas que mais gosta





5 a 6 anos
Habilidades Motoras Grosseiras:
Pula alternando os pés
Galopa
Pode brincar de amarelinha
Equilibrar-se em um só pé
Pular com controle e agachar-se em um MI
Pula com ritmo e controle (Pular Corda)
Bate em Bola grande
Chuta bola com maior controle

Habilidades Motoras Delicadas:
Mão preferencial evidente
Escreve bem, começando a aprender a letra cursiva
Capaz de abotoar pequenos botões

Habilidades Motoras Grosseiras:
Criança alterna os pés nos bambolês, até chegar no último, lá atrás de uma linha o fisio lhe alcança uma bola, a qual a criança deve chutar em um ponto determinado, até acertar. Criança busca a bola e vai pro final da fila.

Habilidades Motoras Delicadas:
Desenhar os fisios e colocar o nome do autor neles.

Primeiro Mês A postura do recém nascido é a flexão fisiológica. Predomina a assimetria. Em decúbito dorsal ele é capaz de virar a cabeça para ambas as direções. Em decúbito ventral ele é capaz de estender os membros inferiores reciprocamente e de virar a cabeça para liberar as vias aéreas nessa posição. A cabeça do recém nascido cai completamente para trás quando ele é puxado para a posição sentada. Quando segurado pelas axilas, apóia-se se mantendo erguido por alguns segundos sem fixação adequada e depois, cai fletindo os joelhos.Durante as primeiras semanas de vida, o lactente é capaz de reagir às sensações táteis, gustativas, sonoras, aos movimentos e as imagens visuais, especialmente diante de um rosto humano, mas depende de alguém que o alimente, o proteja e o suporte contra a ação da gravidade e durante os movimentos no meio ambiente.A criança recém-nascida move os braços, as pernas e o corpo inteiro ao mesmo tempo (movimento em bloco) porque não pode ainda diferenciar os movimentos separados. Objetos que se movem na linha visual são percebidos e já fixados por pouco tempo. Os olhos acompanham junto com a cabeça à estimulação por um objeto, ou pelo rosto da mãe, até a linha média. A criança reage a efeitos luminosos ou acústicos com enrugamento da testa, Reflexo de Moro, diminuindo a atividade ou ficando totalmente quieta. Já produz poucos sons laríngeos. Chora antes das refeições. Quando ouve ruídos, interrompe seus movimentos mas ainda não se vira para a fonte acústica.Reflexos e Reações: Sucção e deglutição, quatro pontos cardeais, olhos de boneca, fuga à asfixia (até o resto da vida), glabelar, magnético, colocação palmar, colocação plantar, tônico cervical simétrico, preensão palmar, preensão plantar, tônico cervical assimétrico, tônico labiríntico, Galant, Moro, positivo de apoio, cutâneo plantar em extensão, marcha automática e a reação de endireitamento da cabeça[10]. Segundo mês Em decúbito dorsal, a criança ainda apresenta predomínio de flexão, mas realiza uma extensão melhor. O corpo já está simétrico. Na posição ventral já pode estender o segmento torácico. A cabeça levanta-se por curtos intervalos, ainda ligeiramente oscilando, mas não além dos 45º. Quando puxada para sentar, a cabeça ainda oscila, mas ela orienta-se para a posição ereta mais estável. Segurada pelas axilas, a criança ergue-se por alguns segundos de maneira mais estável e abandona a posição mais suavemente, fletindo os joelhos [11]. Objetos que se movem (à 30 ou 40 cm) são percebidos e fixados na linha visual. Os olhos param até que o objeto saia do campo visual. A criança reage a estímulos luminosos extremos com enrugamento da testa, choro, reflexo de Moro, ou diminuindo sua atividade, permanecendo quieta. Ouvindo ruídos, ela já inicia seus movimentos (pode se virar para a direção do som) [11].Reflexos e reações: Os reflexos têm menor intensidade, mas se produzem bem equilateralmente. São eles: Sucção e deglutição, Quatro Pontos Cardeais, Glabelar, Marcha Automática, Magnético, Colocação Plantar, Colocação Palmar, Galant, RTCA, RTCS, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Positivo de Apoio, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e a Reação de Endireitamento da Cabeça[10].Terceiro Mês A criança pode virar-se para os dois lados, não mais em bloco, mas já com certa rotação. A cabeça pode ser mantida na linha média, mas se coloca, freqüentemente, para um dos lados. As mãos podem ser trazidas para a linha média. Ela já brinca com as mãos e pode segurar objetos, levando-os à boca. Na posição ventral, ergue a cabeça a 45º e o apoio sobre os antebraços ainda não é estável [12].A criança já colabora quando se quer levantá-la da posição dorsal. A cabeça já acompanha bem, mas ainda oscila um pouco. Segurada pelas axilas, já permanece mais estável na posição em pé. O tônus flexor já não predomina e a criança já mostra padrão extensor [12].Percebem-se objetos na linha média e mesmo além dela para ambos os lados, na linha visual, à distância de 30-40cm. A criança acompanha o objeto a mais de 180º e já observa por tempo prolongado se este a interessar. Os movimentos dos olhos e cabeça já são, muitas vezes, simultâneos e coordenados. Ouvindo ruídos, a criança para de mover-se e vira logo para a fonte geradora [12].Reflexos e Reações: RTCA, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e Reações de Endireitamento da Cabeça, Postural Labiríntica, Óptica de Retificação e Retificação do Corpo sobre a Cabeça[10].Em resumo, sentar e ficar em pé não são posturas independentes no primeiro trimestre. Mas o bebê mostra sinais do que está para acontecer. Lutando contra a gravidade, ele adquire controle da cabeça e dá um grande passo para vencer a força da gravidade que o havia deixado tão fisicamente dependente no momento do nascimento [2].Quarto Mês As mãos são trazidas à linha média e contempladas, coordenadamente com a atitude da cabeça e do corpo. Em posição ventral, a cabeça já se ergue a quase 90º e apóia os antebraços com bastante estabilidade. Já iniciam os movimentos de rastejamento [13].Quando levantada da posição dorsal, colabora com bom controle da cabeça. Sentada, o tronco ainda não é estável. Quando levantada pelas axilas, estende as pernas, encontra o suporte e faz peso ligeiramente mediante co-contração [13].Percebe objetos na linha média e além dela à distância de 20-30cm. Acompanha com os olhos e movimentos da cabeça um objeto até mais de 180º. Mãos, dedos e objetos são levados à boca e sugados. A criança opõe resistência quando lhe querem tirar um brinquedo. Já consegue distinguir bem as qualidades de sons [13].Reflexos e Reações: RTCA, Tônico Labiríntico, Preensão Plantar, Preensão Palmar, Cutâneo Plantar em Extensão, Moro e Landau[10].O contato com o ambiente melhorou e, por causa disso, a criança começa a investigar seu ambiente e mostra-se mentalmente mais adiantada do que lhe permite a motricidade. A criança já tem, além das fases da satisfação de necessidades alimentares, o desejo de contatos com o ambiente. Se não os consegue, chora [13].Quinto Mês Em decúbito dorsal pode virar-se de um lado para o outro e, às vezes, atingir o decúbito ventral. Já leva os pés à boca. Em decúbito ventral, a cabeça ergue-se bem até 90º. Começa o deslocamento de peso para um dos lados, a fim de liberar um dos braços. Estabilidade incipiente do tronco. Quando erguido pelas axilas, há maior flexibilidade no joelho [14].Reflexos e Reações: Preensão Plantar, Cutâneo Plantar em Extensão, Landau e inicia-se a Reação de Equilíbrio[10].Sexto Mês Se a criança se senta, pode-se tirar as mãos por curtos períodos. Ela joga-se, então, para adiante, tendo um controle de peso insuficiente. Quando colocada em pé, apresenta boa simetria da postura, mas não se mantém independentemente [15].Já pode falar algumas palavrinhas como papai e mamãe [15].Reflexos e Reações:Preensão Plantar, Cutâneo Plantar em Extensão (dependendo da criança pode se extinguir nesse mês, mas em algumas perdura até 1 ano), Landau e Reações de Retificação da Cabeça sobre o Corpo, Endireitamento do Corpo sobre o Corpo, Postural de Fixação e de Proteção[10]. Sétimo Mês Não permanece mais em decúbito dorsal, virando-se para um dos lados. Em decúbito ventral, às vezes tenta ficar de gato. Sentada, apresenta bom equilíbrio quando se inclina para frente. Quando segurada pelas axilas, tenta equilibrar-se, mas oscila [16].A criança agarra objetos e tenta estabilizar-se neste sentido. Objetos menores e maiores são agarrados, quase sempre com a palma da mão. Já existe boa coordenação dos músculos oculares, boa coordenação olho-mão, já acompanha em todos os planos [16]. Já come biscoitos que lhe são dados, bebe em xícara que alguém segura para ela e come com colher [16].Reflexos e Reações: Landau[10].Oitavo Mês Da posição ventral, pode, fletindo-se, passar para a posição de gato. Sentada, já se apóia com rotação muito boa para adiante e lateralmente. Apoiando-se, já consegue ficar em pé [17].A criança tornou-se muito mais estável e chega à posição ereta embora ainda sem segurança. Assim, do ponto de vista mental, há uma melhor situação e pode, a partir daí, descobrir melhor o seu meio. Movimentos continuados, modificações na posição e tentativas constantes de alcançar alguma coisa no espaço determinam o desenvolvimento [17]. Nono Mês Quase nunca assume a posição dorsal e ventral. Senta-se estavelmente e, quando perde o equilíbrio, reage com contramovimento do corpo. Fica em pé com maior estabilidade e, quando segurada, apresenta bom equilíbrio. Sentada ou em pé apóia-se sobre os quatro membros, locomovendo-se com maior rapidez [18].Nessa idade, o brinquedo bem agarrado já pode ser atirado. Pega objetos pequenos com o polegar e o indicador (pinça) [18].Décimo Mês Atinge o sentar sem apoio independentemente, com bastante equilíbrio. Também já fica em pé sozinha segurando em objetos. Passa da posição em pé para sentada e sentada para em pé [19].Esta idade é o estádio intermediário da horizontal para a vertical ainda instável. Os estádios intermediários melhoram. A criança fica em pé e tenta largar-se. Anda ao longo dos móveis, engatinha. Por isso, já não se pode deixá-la só [19].Décimo Segundo Mês Ainda preferem engatinhar, pois é uma locomoção mais rápida, mas já começam a dar os primeiros passos [20].Décimo Quinto Mês O engatinhar já não é o recurso mais utilizado para se locomover, mas ainda é usado. A criança já pode deslocar seu peso e adaptar-se bem à modificação da sua posição no espaço. Já pode caminhar livremente [21].Têm boa compreensão do que lhe dizem e consegue expressar-se dizendo, por exemplo, papá (comer), au-au (cão) [21].Décimo Oitavo Mês A criança mostra equilíbrio adequado às posições. Bom controle de cabeça e tronco, boa rotação, boa flexão de quadril na posição sentada, boa extensão de quadril em pé e boa mobilidade das articulações [22].Ela já pode agarrar um objeto e transportá-lo. Arruma os objetos, tenta colocá-los em ordem, desarruma, apalpa, distingue materiais e superfícies. Melhora de forma constante a sua integração perceptiva, acompanhada pelo desenvolvimento da fala. A evolução motora está realizada, de modo que a criança pode experimentar amplas dimensões evolutivas [22].Em estudo realizado buscou-se observar de que maneira o homem vem completando seu desenvolvimento motor normal e os fatores que podem levar a dificuldades motoras futuras, mostrando a importância da estimulação na fase de maior desenvolvimento, que vai de 0 a 18 meses. Concluiu-se que existem fases bem pouco vivenciadas do DMN e que estas, quando corretamente estimuladas, levam à obtenção de melhor condição de vida para as crianças, tanto presente quanto futuramente porque o estímulo dado, mesmo que por curto período de tempo, faz com que as crianças respondam e vivenciem as fases estimuladas [1].Também foram realizados estudos comparando o desenvolvimento motor em lactentes brasileiros e norte-americanos a fim de descobrir se há ou não diferenças no comportamento e desenvolvimento motor entre uma cultura e outra. Constataram que, de maneira geral, os lactentes brasileiros apresentaram uma evolução maior no desenvolvimento nos primeiros oito meses, seguido de um período de relativa estabilização. Assim concluíram, de acordo com várias pesquisas, que o padrão de desenvolvimento motor não é universal .

Síndrome de Rubinstein - Taybi

A Síndrome de Rubinstein-Taybi foi descrita pela primeira vez em 1963, após a observação dos traços físicos semelhantes apresentados por sete crianças com retardo mental, baixa estatura, polegares grandes e largos e anomalias faciais. Mais tarde, novas publicações definiram outras características dessa síndrome, a qual incide em 1 a cada 300.000 nascidos e apresenta etiologia incerta. Sintomas otorrinolaringológicos e fonoaudiológicos são freqüentes, daí a importância de melhor conhecimento dessa síndrome por esses especialistas.
RELATO DE CASO: Apresentamos as principais manifestações clínicas, traços físicos e as avaliações auditivas de cinco crianças portadoras da Síndrome de Rubinstein-Taybi, em atendimento na Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP). Para as avaliações auditivas foram realizados exames de audiometria tonal, imitanciometria e potenciais evocados do tronco encefálico (BERA). As principais características observadas foram: retardo mental, baixa estatura, polegares largos, pirâmide nasal alta, palato ogival, má oclusão dentária, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e de linguagem.
DISCUSSÃO: Os traços físicos característicos dos portadores dessa síndrome facilitam o diagnóstico, e muitos deles são responsáveis por sintomas otorrinolaringológicos e fonoaudiológicos, como infeções de vias aéreas superiores, obstrução nasal, otites médias, hipertrofia adenoamigdaliana, surdez condutiva, hipotonia perioral e disfagia. O importante comprometimento cognitivo é responsável pelo atraso no desenvolvimento da linguagem e pelo baixo rendimento escolar.
CONCLUSÕES: Frente às várias manifestações otorrinolaringológicas e fonoaudiológicas apresentadas pelas crianças portadoras da Síndrome de Rubinstein-Taybi, torna-se necessário que esses especialistas conheçam melhor essa síndrome para que possam fazer o diagnóstico precoce e orientar o tratamento dessas crianças.

Linfogranuloma Venéreo

terça-feira, 2 de junho de 2009

Uma doença causada pela bactéria Chlamydia trachomatis e caracterizada pela formação de vesículas nos órgãos sexuais externos. Estas vesícula evoluem para pequenas úlceras.

A doença costuma inflamar a região inguinal, principalmente no homem.

Cancro Mole

Uma ulceração dolorida e mole dos órgãos genitais externos. Causada por bactéria (Hemophilus ducreyi) e tratada com antibióticos.

Gonorréia

Conhecida também por blenorragia, é uma infecção da uretra e pode comprometer algumas vias genitais. Causada pela bactéria gonococo (Neisseria gonorrheae), transmitida no contato sexual. Podendo ser tratada com antibióticos já que causada por uma bactéria.

Os primeiros sintomas ocorrem após alguns dias do contato: ardor na uretra e secreção purulenta.

Sífilis

Causada por uma bactéria conhecida por Treponema pallidum, transmitida por contato sexual.

O sintoma inicial é o aparecimento de uma lesão na forma de pequena úlcera nos órgãos genitais externos. Conhecida também por cancro duro, aparecendo entre 7 a 15 dias após o contato sexual.

O cancro desaparece naturalmente, mas em 2 meses após o aparecimento surgem lesões generalizadas na pele. Podem se manifestar por inúmeros pontos vermelhos e escamosos em várias partes do corpo. Em estágios avançados podem surgir lesões mais graves.

Grave são as alterãções que surgem nos órgãos do sistema nervoso, circulatório e urinário. Tais lesões levam a um quadro mais grave da doença podendo levar à morte. Hoje, com advento de antibióticos, a sífilis tornou-se completamente curável. O importante está em tratar desde o início, antes de causar lesões irreversíveis, principalmente as que podem ocorrer no sistema nervoso.

Esta doença pode ficar latente por determinado tempo, não manifestando os sinais na pele. A pessoa pode transmitir a doença sem sequer suspeitar que está doente. Por isso é importante exames preventivos que podem detectar doenças antes de se manifestarem.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

Afetam o sistema genital de ambos os sexos. Algumas porém, adquire-se por via sexual também, mas afeta todo o organismo.

Volte e meia algumas doenças venéreas não é adquirida pela relação sexual, mas por hábitos higiênicos, exemplo, uso de roupas e toalhas contaminadas, como também no uso de sanitários públicos não-higienizados.

Uma vez constatada uma doença sexualmente transmissível, o médico deverá ser consultado de forma imediata, apenas ele é apto o suficiente para medicar e tratar devidamente com maior segurança. O mau tratamento de uma doença destas poderá trazer riscos ao sistema reprodutor, à fertilidade e a saúde de um modo geral.

Bursites, Tendinites e Tenossinovites

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Do ponto de vista histológico, as "bursas" e as bainhas tendinosas são muito semelhantes. Como tecido adventício, não possuem membrana basal e são compostas por um aglomerado de células fibroblásticas, que assim como as células sinoviais, apresentam funções macrofágicas e secretorias.

As "bursas" geralmente formam uma cavidade achatada, enquanto que os leitos tendinosos são estruturas longas e tubulares. Secretam colágeno, proteoglicanos, enzimas como a colagenase e outras substâncias.

As "bursas" têm como função proteger os tecidos moles das proeminências ósseas adjacentes, auxiliando na lubrificação das estruturas articulares. As bursites representam manifestações clínicas em locais diversos, que tem como características comuns dor localizada e disfunção.

As causas mais freqüentes de bursites são as traumáticas e designada segundo a estrutura anatômica que compromete. A sede mais comum dessas lesões são as bursas do olécrano, as pré-patelares, subacromial e trocanteriana. Além do trauma, as bursites podem estar associadas a outras condiçôes clínicas, como doenças metabólicas do tipo da gôta e pseudogota, doenças inflamatórias do tecido conectivo, como a artrite reumatólde, e processos infecciosos localizados.

Os processos infecciosos das "bursas" geralmente ocorrem nas "bursas" subcutâneas superficiais, sendo mais freqüentes as bursites pré-patelares e olecranianas.

Os tendões são compostos por fibras colágenas densas, paralelas, e por fibroblastos. Sua principal função é ligar o músculo ao osso tornando-se mais eficiente, pois concentra a sua ação sobre uma pequena área.

As inflamações agudas ou crônicas dos tendões e de suas bainhas (tenossinovite), tal como as bursites, freqüentemente são desencadeadas pelos traumatismos, geralmente associados aos movimentos repetitivos, realizados em posições posturais inadequadas, ou que requeiram o uso de força.

Ao exame clínico, podemos detectar discreto edema e calor local, com crepitação, diminuição de força e espessamento ao longo do curso da unidade músculo-tendínea comprometida. Algumas tenossinovites podem se associar a processo estenosante da bainha tendinosa, como na tenossinovite dos flexões dos dedos das mãos (dedos em gatilho), dos tendões do longo abdutor do polegar e extensor curto do polegar (síndrome de de Quervam), ou ainda nos processos inflamatórios da goteira intertubercular da cabeça do úmero (tendinite do cabo longo do bíceps).

O acometimento séptico de tendões e bainhas é freqüente na doença gonocócica disseminada e, mais raramente, pode ocorrer na tuberculose, esporotricose, toxoplasmose e micobacterioses atípicas.

- Entesopatias: a êntese, local de inserção de um ligamento ou músculo no osso, está comprometida numa grande variedade de patologias. Esses pontos apresentam terminações nervosas especiais e o osso onde se inserem fibras dos ligamentos, tendões ou músculos não são reconhecidos por periósteo. As fibras tendinosas passam diretamente para dentro das fibras de Sharpey do osso: nota-se que o tendão se alarga e se prende diretamente em leque na zona de inserção com cartilagem hialina interposta.

Durante o movimento as ênteses são expostas a grandes sobrecargas mecânicas. Freqüentemente esses pontos são agredidos em atividades desportivas e programas de condicionamento físico inadequados. Os locais mais acometidos pelos traumas diários e movimentos repetidos que levam a quadros de entesites são o epicôndilo lateral do úmero ("tennis elbow"), o epicôndilo medial ("golf elbow"), a entesopatia da pata de ganso, entesopatia retrocalcânea e subcalcânea, entre outras.

Clamídia

domingo, 17 de maio de 2009

Estima-se que a clamídia seja uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns no momento, afetando mais homens e mulheres que a sífilis, a gonorréia e herpes genital juntos, podendo acelerar o aparecimento dos sintomas da AIDS nas pessoas infectadas pelo HIV. Se não tratada, pode apresentar sérias complicações.

*O Que Sente Uma Pessoa Infectada por Clamídia?

No homem, podem ocorrer queimação e desconforto ao urinar, secreção esbranquiçada na ponta do pênis e dor no testículo. Nas mulheres, as manifestações mais comuns são corrimento amarelado/esverdeado, irritação vaginal e uma necessidade freqüente de urinar e dor ao urinar. Também pode haver dor abdominal crônica e sangramento fora dos períodos menstruais.

Em geral, os sintomas da infecção por clamídia são tão leves que costumam passar desapercebidos. Calcula-se que cerca de 75% das mulheres e 25% dos homens infectados com clamídia não apresentem sintomas até o surgimento de complicações – duas a quatro semanas após a contaminação.

*Como é Feito o Diagnóstico da Infecção por Clamídia?

A maneira mais certa de saber se você tem ou não clamídia é fazer um teste: o médico coleta uma pequena quantidade de secreção do local infectado e este é enviado para análise. Recomenda-se que pessoas que não estejam envolvidas em um relacionamento monogâmico prolongado façam o teste periodicamente.

*Existe Tratamento para Clamídia?

Sim, existe. É feito à base de antibióticos por via oral (tetraciclina ou eritromicina são os mais utilizados) por duas ou três semanas. Os parceiros sexuais devem ser sistematicamente tratados e recomenda-se evitar ter relações sexuais até que o tratamento termine.

*Que Complicações a Infecção por Clamídia Pode Causar?

Quando não tratada, a clamídia pode causar vários problemas. Nos homens, infecção e inflamação da próstata e das estruturas pélvicas vizinhas. Nas mulheres, doença inflamatória pélvica (DIP) e infertilidade. Os bebês nascidos de mães portadoras de clamídia apresentam uma maior probabilidade de pneumonia ou infecções oculares graves nos primeiros meses de vida, bem como danos pulmonares permanentes pelo resto de suas vidas.

*O Que Pode Ser Feito para Evitar a Contaminação por Clamídia?

Só existe uma maneira de garantir que você jamais terá uma doença sexualmente transmissível – nunca manter relações sexuais. Uma boa segunda opção é ter apenas um(a) parceiro(a) por toda a vida, certificando-se de que seu(ua) parceiro(a) também seja monogâmico(a) restrito(a) e não tenha qualquer DST. Procure evitar manter relações sexuais com pessoas cujo estado de saúde e práticas sexuais lhe sejam desconhecidos.

Camisinhas são uma boa proteção, mas não são infalíveis. Cremes e geléias espermicidas e diafragmas podem oferecer uma proteção adicional quando associadas ao uso de camisinhas – contudo, preste atenção aos lubrificantes à base de óleo (tipo vaselina) pois eles podem danificar o látex dos preservativos. Não faça sexo sob a influência de drogas ou bebidas alcoólicas. Lave seus genitais com sabonete antes e após a relação.

Procure tratamento caso fique sabendo que seu(ua) parceiro(a) tem uma DST. Se você tem múltiplos(as) parceiros(as), peça ao seu médico para fazer testes para DST a cada 6 meses, mesmo que você não tenha qualquer sintoma.

Doença de Crohn

Em 1932, o médico americano Burril B. Crohn publicou um artigo com alguns colegas descrevendo uma intrigante doença crônica que manifestava-se, principalmente, por surtos de diarréia, cólicas, distensão abdominal e inflamação intestinal intensa. O distúrbio, mas tarde denominado Doença de Crohn, na verdade trata-se de uma doença complexa que em geral acomete várias partes do corpo e não apenas o intestino grosso.

A Doença de Crohn (DC) afeta cerca de 1 milhão de pessoas nos EUA anualmente – a maioria, adultos jovens antes dos 30 anos de idade. No Brasil, não existem estatísticas relacionadas à doença.

Suas principais manifestações são: cólicas intestinais logo após as refeições (mais intensas em torno do umbigo ou próximas à virilha direita), raias de sangue nas fezes (ou mesmo sangue vivo), náuseas, perda de apetite, inflamações nos olhos (Uveíte e Irite), febre baixa e persistente, calafrios, fraqueza, desânimo, dores articulares e lombares, fístulas e fissuras anais e queda de peso. Estas manifestações podem ocorrer isoladamente ou em combinações diversas.

Pessoas com DC apresentam uma incidência maior de cálculos na vesícula biliar e nos rins e vias urinárias, provavelmente devido à problemas absortivos ao longo do trato gastrointestinal. Anemia é comum. A transformação da doença para câncer, apesar de possível, não ocorre em 90% dos pacientes.

Ainda não se sabe a causa exata da Doença de Crohn, mas é provável que envolva uma infecção intestinal crônica por algum tipo de microorganismo. O tratamento exige uma grande harmonia na relação médico-paciente. As recidivas são relativamente comuns e mesmo pacientes fiéis ao tratamento instituído podem apresentar complicações que necessitem de tratamento cirúrgico.

Lentes de Contato

terça-feira, 12 de maio de 2009

A sua adaptação pode ser por estética, tratamento de doenças e esportivas.

Para sua manutenção, é bom evitar complicações, ou seja, fazer limpeza, desinfecção e desproteinização.

*Um dos tratamentos da ceratocone é o uso de lentes de contato duras.

*Algumas vantagens do uso das lentes de contato:

- Desnecessário uso de armação.

- Campo visual sem limitações, aberrações de imagens não ocorre, pois são eliminadas, por que se observa pelo centro da lente.

- As lentes modernas, permitem a prática de esportes, sem a perda de tal.

- Grande variedade permite parâmetros adaptar lentes de contato a qualquer graduação.

*Algumas desvantagens:

- Manutenção que custa tempo e dinheiro.

- Aumente as possibilidades de ocorrem problemas oculares, como conjuntivite.

- As lentes não são recomendadas a pessoas que trabalham em locais com poeira, gases ou que tenham o hábito de fumar.

Terçol

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Infecção nas pálpebras, provocado por bactérias, caracterizada por inchaço e vermelhão da área infectada.

Retinopatia

Doença hereditária, normalmente progressiva e afeta a retina. Quando afeta a mácula passa a ter dificuldades para visualizações próximas, como leitura e escrita.

Pterígio

Crescimento anormal da conjuntiva, invadindo a córnea.

Presbiopia

É a vista cansada, comum a partir dos 45 anos. Defeito devido à impossibilidade do cristalino de acomodar para a visão dos objetos próximos. Pode ser corrigido com lentes convergentes.

Nistagmus

Movimento involuntário e convulsivo do globo ocular, de um lado para outro, podem ocorrer de cima para baixo, ou ainda em movimentos circulares.

Miopia

Não consegue ver objetos distantes com nitidez, pois a imagem se forma antes da retina; ocorre por excesso de curvatura do cristalino ou na córnea, ou ainda num excesso alongamento do globo ocular.

Hipermetropia

Não consegue ver objetos próximos com nitidez, pois as imagens se formam atrás da retina. Ocorre normalmente, por o cristalino não se acomoda.

Glaucoma

Conjunto de enfermidades, o aumento da pressão ocular, perda de campo visual e atrofia do nervo óptico. Junto com a catarata, uma das razões mais freqüentes de cegueira.
 
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