A religião é parte da vida de um povo. A palavra religião vem do latim, do verbo "religare", que significa “amarrar”. Toda religião é constituída por um conjunto de elementos: mitos, ritos, festas, símbolos, entre outras, que exercem a função de "amarrar" o que realmente é importante na vida humana.
Primeiramente, a religião amarra este mundo visível e perecível a outro mundo, imperecível e eterno, que foge ao desgaste do tempo e dos acontecimentos e que, por isso, aparece como modelo para todos os mortais. Imitando os deuses ou vivendo em função deles, os seres humanos dão outro sentido a tudo aquilo que fazem. Nessa relação, o provisório ganha dignidade e adquire sabor de eternidade.
Criando esse horizonte comum, a religião acaba também amarrando os seres humanos entre si. Criam ideais e valores que, pelo fato de pertencerem ao mundo dos deuses ou de serem propostos por eles, se tornam valores ideais de todos.
A religião também amarra o presente ao passado, cria continuidade entre gerações e acontecimentos, a relação com os mortos, os antepassados e os heróis, que é comum a muitas religiões, assim é mantido a ligação entre o contingente e o eterno, o que pertence a uma época e o que a transcende.
As igrejas estão diretamente ligadas a religião, por isso, nesse trabalho apresentaremos um mapeamento de algumas igrejas da cidade de Caçador, seus aspectos legais, o estatuto da organização religiosa, suas origens, crenças e curiosidades.
*Curiosidades Sobre Religiões.*Cristianismo.Desprezado e perseguido em seu inicio, o Cristianismo acabou se tornando religião oficial do Estado romano a partir do decreto do imperador Constantino, em 313. Tensões de ordem interna e externa e diferentes maneiras de ver e entender o Cristianismo deram origem, ao longo dos séculos, a diversas igrejas e denominações cristãs.
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Igreja Católica: a igreja católica tem uma estrutura interna de caráter piramidal:
No topo há o papa, autoridade suprema da Igreja e bispo de Roma, considerado sucessor do apóstolo Pedro. Ele é eleito por um colégio de cardeais, seus colaboradores mais diretos. O cargo de sumo-pontífice é vitalício.
Os bispos, sucessores dos apóstolos, são os responsáveis pelas igrejas locais, chamadas dioceses. Reunidos em concílio, decidem as grandes questões da Igreja.
Os padres, responsáveis diretos pelas atividades religiosas ordinárias nas paróquias e comunidades.
Há também os religiosos e as religiosas, que, propondo-se a viver com maior radicalidade a mensagem evangélica, se colocam inteiramente a serviço de uma cauda específica.
Os chamados leigos, que, além de destinatários da proposta cristã, são articuladores de atividades de caráter evangelizador e missionário.
Ritos
Conforme costume antigo, as comunidades se reúnem semanalmente para a ceia eucarística. Originalmente, esse rito era celebrado nas casas dos fiéis. Hoje, acontece nos templos ou nos inúmeros centros comunitários espalhados por toda parte.
Os momentos mais marcantes na vida de um indivíduo (nascimento, casamento, morte, entre outros) são acompanhados por celebrações rituais, chamadas sacramentos. A Igreja católica reconhece sete sacramentos. Particular importância tem o batismo, que introduz na comunidade, e a eucaristia, que renova o gesto da última ceia de Jesus Cristo, na véspera de sua morte na cruz.
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Festas: a festa católica tem sempre um duplo referencial: a vida - morte -ressurreição de Jesus Cristo e o testemunho das comunidades.
A festa das festas é a Páscoa, que lembra a paixão, morte e ressurreição de Jesus.
O Natal comemora o seu nascimento.
Pentecostes (festa do Espírito Santo) marca o início da caminhada da Igreja.
A Virgem Maria, mãe de Jesus, é lembrada com várias festas.
São festejados, também, os mártires e os santos, considerados protetores das comunidades e modelos a ser imitados.
*O Que Aconteceu Com os Discípulos de Jesus?Os discípulos de Jesus morreram como mártires, com exceção de dois: Judas Iscariotes, que traiu Jesus e acabou se enforcando, cometeu suicídio, e João, que após ser exilado na ilha de Patmos, alcançou liberdade e morreu de morte natural.
*A Igreja é Una.Você sabia que a Unidade da Igreja também se manifesta na celebração da Santa Missa? O curioso é que a maioria dos católicos não sabem que a Missa da qual participam hoje, por exemplo, é a mesma Missa que é celebrada na Europa, nos Estados Unidos, no Alasca, na África…
Existe um livrinho chamado "Diretório Litúrgico" que informa quais as leituras a serem feitas todos os dias do ano. Estes livros estão presentes em todas as igrejas, capelas, santuários, pequenos ou grandes, do mundo todo. Assim, a Missa só terá com um "tema" diferente do restante do globo terrestre, se, por exemplo, a igreja do seu bairro estiver celebrando a Missa do Padroeiro da sua Cidade, Estado, País ou Continente ou por algum outro motivo litúrgico.
*Qual a Razão das Cinzas na Cabeça?Nas missas realizadas na Quarta-feira de Cinzas, os participantes são abençoados com cinzas. O padre sinaliza a testa de cada participante com cinzas ou as coloca sobre suas cabeças. Os cristãos normalmente deixam as cinzas em sua testa e nos cabelos até o pôr-do-sol, antes de lavá-los.
Esse simbolismo relembra a antiga tradição do Oriente Médio de jogar cinzas sobre a cabeça, como sinal de arrependimento perante Deus.De onde vêm essas cinzas? Elas costumam ser obtidas pela queima dos ramos secos entregues nas paróquias e comunidades, que haviam sido abençoados e distribuídos no ano anterior no Domingo de Ramos.
*O Que é Jejum?É fazer uma só refeição forte ao dia, ou seja, uma refeição completa.
*O Que é Abstinência?É deixar de comer carne vermelha ou qualquer outro tipo de carne branca. Os doces e guloseimas você também deve deixar de lado nestes dias. Pode-se tomar água a vontade, mas nada de refrigerantes ou sucos durante o dia.
*Significado Franciscano do TAU.O Tau é uma cruz com a forma da letra grega TAU (T). Além de ser um símbolo Bíblico é a última letra do alfabeto hebraico e a 19ª do grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao "T" em Português.
Na história da humanidade, de modo especial no tempo de Francisco de Assis, o Tau era um símbolo de busca pela perfeição/transcendência humana na realização de um propósito de vida. Na Tradição Bíblica, o Tau é a visibilidade da Bênção e da Proteção Divina (Ez 9,1-7).
O Tau é hoje um dos símbolos franciscanos mais eloqüentes. Resguarda e revela a essência da inspiração e do ideal de vida de Francisco de Assis. É a síntese da graça e do encantamento de todos aqueles que, na peculiaridade de suas virtudes, promovem o bem. É a expressão mais viva de quem semeia e cultiva a paz no seu contexto familiar e social. É o cume da trajetória de quem, a todo instante, procura transformar-se na imagem e semelhança de Deus.
No cotidiano da vida das pessoas, o Tau é um símbolo composto pelo cordão e, nesse cordão, três nós. O cordão é a expressão da aliança e do amor fiel entre Deus e o ser humano. Os três nós referem-se à síntese da vivência da fé, latente numa atitude de obediência, pureza de espírito e gratuidade.
*Escapulário.O escapulário é um sacramental, ou seja, uma realidade visível, que nos conduz à Deus, com sua graça redentora, seu perdão e promessas. O escapulário é um "sinal" e como tal desperta-nos para a infinita bondade de Deus.
*Os Católicos e o Aborto.A doutrina da Igreja é conhecida: "Matar o ser humano (...) é pecado de particular gravidade. Só Deus é dono da vida!" (nº 55).
*Aborto - Homicídio Antecipado.A palavra Aborto vem do latim abortu, do verbo abortare, e significa expulsar prematuramente do útero o nascituro viável ou não. É matar um futuro adulto antes do nascimento. A expressão mais conhecida de Tertuliano (160-220) homicídio antecipado significa que a destruição de nascituro equivale ao assassinato prematuro de um cidadão.
O aborto é a supressão da vida do embrião humano antes do nascimento e podendo ser espontâneo ou provocado. Dentre todos os crimes que o homem pode realizar contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente grave e abjurável. O Concílio Vaticano II, na Constituição Pastoral Gaudium et spes, condena o aborto e defende a vida, define-o, juntamente com o infanticídio, como "crime abominável", entendendo-o como a morte deliberada e direta, independentemente da forma como venha realizada, de um ser humano na fase inicial da sua existência, que vai da concepção ao nascimento.
A gravidez é o estado biológico da mulher desde o momento da concepção, ou fecundação, até o parto. Esta é a definição dada pela ciência embriológica. Hoje, alguns, por razão não-científica, querem dar o início da gravidez a partir do anidamento do embrião no útero (14º dia). Mas esse intento não combina com o rigor da ciência.
No Brasil, o artigo 128 do Código Penal elenca duas hipóteses em que "não se pune" o aborto: quando a saúde da mãe está em jogo e em caso de estupro. Vejam que o Código não diz "não constitui crime", mas tão-somente "não se pune". Portanto, em ambos os casos, o aborto continua sendo crime.
A posição da Igreja Católica sobre o aborto revela-se como um serviço incondicional à vida. Ela estabelece critérios objetivos de proteção à vida, considerando a fecundação como momento decisivo. E, desse modo, a valorização da vida do feto independe de considerações ligadas a conflitos de valores, a gostos, costumes, manipulações e arbitrariedades que possam ameaçar a vida na ausência desses critérios objetivos.
No Código de Direito Canônico, cân. 1398, § 1º, a Igreja ensina que o aborto é uma prática perversa e, em determinadas circunstâncias, excomunga aos que o provocam.
A encíclica Evangelium vitae (1995) afirma que “[...] O ser humano deve ser respeitado e tratado como uma pessoa desde a sua concepção e, por isso, desde esse mesmo momento, devem-lhe ser reconhecidos os direitos da pessoa, entre os quais e primeiro de todos, o direito inviolável de cada ser humano inocente à vida” (EV 60).
Todo ser humano possui o mesmo valor perante Deus e, por isso, é impossível medir os seres humanos de modo diferente: importantes e sem importância, nascidos e por nascer. Não dá para olhar para uma vida humana com maior valor que outra. O nascituro no ventre da mãe não é injusto agressor, contra o qual seja legítimo defender-se.
Alguns dados que estão aí, são assustadores. Milhões de inocentes são executados sem direito à vida, são mortos sem terem cometido nenhum crime, sem nenhum mal. Seu "crime": terem sido gerados. É verdade que a mulher pode alegar que o corpo é seu e faz dele o que bem quiser, mas esse é um direito que ninguém tem sobre a vida de ninguém. Assassiná-lo será sempre um crime.
Matar um ser humano é sinal de desvalorização da vida, pois a vida humana precisa ser protegida em todas e em quaisquer circunstâncias, independentemente de quanto tempo e de como está existindo.
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Atenção: as mulheres não abortam sozinhas! O homem que abandona uma mulher grávida está abortando antes mesmo que a mulher! É preciso combater o aborto de forma inteligente, denunciando a sua origem e as suas causas. Quem quer que o aborto seja legalizado? Por quê? A própria legislação a favor do aborto acabaria por conferir-lhe, na consciência dos mais simples, a conotação de honestidade: se é permitido por lei, é moralmente bom. É necessário criar uma mentalidade ou encontrar uma solução para eliminar as causas do problema.
É ainda preciso trabalhar para tudo aquilo que pode ajudar as famílias, as mães e as crianças.
Ora, os pais não têm poder absoluto sobre os filhos. A vida do nascituro está sob o domínio de Deus: o único que pode dá-la e que pode tirá-la; a falta de respeito contra o nascituro, e os conseqüentes atentados contra a sua existência e integridade física são comportamentos degradantes, que tornam odioso e desumano quem se arrisca a praticar tais pecados.
Mas também a vida é o mais elevado bem jurídico, é o primeiro dos direitos humanos a ser protegido, garantido, prevalecendo - devendo prevalecer - sobre todos os demais; todos os demais dependem dela: sem ela não existiriam.
Pe. Luiz Antonio Bento
Assessor da Comissão Episcopal para a Vida e Família e
membro da Comissão de Bioética (CNBB)
*Igreja Evangélica.As igrejas consideradas evangélicas, sob várias denominações, observam com rigor os textos da Bíblia Sagrada (a Bíblia Evangélica com 66 livros).
A Bíblia Evangélica compõe-se de 39 livros do Antigo Testamento (primeiro Gênesis e último Malaquias) e 27 livros no Novo Testamento (primeiro Mateus e último Apocalipse).
*Protestantes Luteranos.Fundados por Martinho Lutero na Alemanha, sacerdote agostiniano - que depois casou-se com uma ex-freira.
Segundo essa doutrina, a norma para o comportamento dos cristãos é a Palavra de Deus, e não os ensinamentos da hierarquia. A salvação é gratuita. Ninguém é salvo pela prática de boas obras, mas pela fé em Jesus Cristo. Todos os batizados são sacerdotes e, por isso, a Igreja não pode ser controlada por uma única autoridade.
Os sacramentos realmente significativos para os cristãos e que não foram contaminados pela superstição, são apenas dois: o batismo e a ceia eucarística.
Os protestantes não reconhecem a autoridade do papa (autoridade máxima da Igreja Católica Apostólica Romana). Também não aceitam o culto a Maria e a veneração de santos. Algumas correntes protestantes admitem o divórcio, métodos anticoncepcionais não naturais e até toleram a ingestão de bebidas alcoólicas.
*Assembléia de Deus.A 22ª Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, reunida na cidade de Santo André, Estado de São Paulo, reafirma o seu ponto de vista no tocante aos sadios princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus – a Bíblia Sagrada – e conservados como costumes desde o início desta Obra no Brasil. Imbuída sempre dos mais altos propósitos, ela, a Convenção Geral, deliberou pela votação unânime e dos delegados das igrejas da mesma fé e ordem, em nosso país, que as mesmas igrejas se abstenham do seguinte:
1. Uso de cabelos crescidos, pelos membros do sexo masculino, bem como fazer cortes extravagantes.
2. Uso de traje masculino, por parte dos membros ou congregados, do sexo feminino.
3. Uso exagerado de pintura e maquiagem – olhos, unhas e tatuagens.
4. Corte de cabelos, por parte das irmãs (membros ou congregados).
5. Sobrancelhas alteradas.
6. Uso de mini-saias e outras vestimentas indecentes e indecorosas, ou sem modéstias contrárias ao bom testemunho da vida cristã.
7. Mau uso dos meios de comunicação: televisão, internet, rádio, telefone; abstenção essa que justifica, inclusive, por conduzir a eventuais problemas de saúde.
8. Uso de bebidas alcoólicas e embriagantes.
Esta Convenção resolve manter relações fraternais com outros movimentos pentecostais, desde que não sejam oriundos de trabalhos iniciados ou dirigidos por pessoas excluídas das ‘Assembléias de Deus’, bem como manter comunhão espiritual com movimentos de renovação espiritual, que mantenham os mesmos princípios estabelecidos nesta resolução. Relações essas que devem ser mantidas com prudência e sabedoria, a fim de que não ocorram possíveis desvios das normas doutrinárias esposadas e defendidas pelas Assembléias de Deus no Brasil.
*Posicionamento da Assembléia de Deus.-
Casamento de Homossexuais: a decadência moral e espiritual do povo brasileiro está chegando a extremos sem precedentes na história do país. Recentemente, o Congresso Nacional submeteu à votação dos deputados o Projeto de Lei 1.151/95, que disciplina o "Contrato de Parceria Civil Registrada entre Pessoas do Mesmo Sexo".
A autoria do Projeto justifica que "a aceitação legal da união civil entre pessoas do mesmo sexo encorajará mais gays e lésbicas a assumirem sua orientação sexual, e essa realidade somente tornará mais fácil a vida das pessoas...".
A Assembléia de Deus não pode aceitar em silêncio que Projetos de leis contrários à Bíblia e aos padrões morais da nossa sociedade, como estes, venham atolar ainda mais a sociedade brasileira, que sobrevive em meio a tantas mazelas. Ainda mais que, com essa "união", haverá abertura para a adoção de crianças por pais adotivos homossexuais, as quais, inevitavelmente, assimilarão os mesmos princípios praticados pelos “pais”.
Tais projetos, sem dúvida, são de inspiração demoníaca. A liderança de nossa igreja expressou, em um encontro exclusivo com o Presidente da República, o nosso posicionamento bíblico sobre a união de homossexuais, a legalização do aborto e das drogas: somos 100% contra tais projetos. Enfatizamos que a aprovação de leis como estas significam uma afronta à sociedade cristã brasileira, que acredita nos princípios bíblicos.
Concordar com essa sugestão abominável, significa voltar às costas ao Criador que instituiu o casamento entre “macho e fêmea”, Gênesis 2.24 e não entre indivíduos do mesmo sexo. O homossexualismo é uma perversão satânica dos instintos sexuais do ser humano.
Vale aqui lembrar que a Bíblia não classifica o homossexualismo como doença qualquer, pelo contrário, afirma claramente que se trata de uma deliberada desobediência a Deus e aos seus mandamentos (...). Nós preferimos ficar com os ensinos das Sagradas Escrituras a aceitar sugestões dos maiores estudiosos do assunto. Os tais receberão no devido tempo, o galardão pelas suas práticas imorais e pecaminosas e pela tolerância e simpatia a elas.
Porém não concordamos que isto seja um mal incurável. Ninguém tem que viver infeliz à vida toda. Foi por esta razão que Cristo, o Filho de Deus, veio ao mundo: para resolver problemas humanamente insolúveis, como estes. Jesus mesmo afirmou: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres", João 8.36. Inúmeros irmãos e irmãs, hoje membros de nossas igrejas, são testemunhas vivas do que o Senhor fez em suas vidas, libertando-os de tais perversões.
Portanto, estamos absolutamente convictos que a solução para os homossexuais, bissexuais e lésbicas não está na oficialização do casamento civil, mas, sim, no arrependimento e abandono completo dessas práticas e na aceitação da salvação em Cristo.
Os maiores índices de suicídios ocorrem nos países europeus como Suíça, Dinamarca e outros, onde essa "união" é legal. Repito, a solução está em Cristo que é poderoso para transformar o mais vil pecador em uma nova criatura.
Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa
Presidente da CGADB
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Divórcio: a 32ª Assembléia Geral Ordinária da Convenção das Assembléias de Deus no Brasil resolve:
Artigo 1° - As Assembléias de Deus no Brasil, tendo em vista a legislação vigente e o preceito bíblico expresso em Mateus 5.31, 32 e 19.9, e outras passagens similares, somente acolherão o divórcio nos casos de infidelidade conjugal e crimes hediondos devidamente comprovados, admitindo-se, nesses casos, novo matrimônio, esgotados todos os recursos para reconciliação.
Parágrafo Único – Entende-se por infidelidade conjugal, a prática do adultério, e por crimes hediondos:
a) o tráfico e consumo de drogas e coisas assim;
b) a prática do terrorismo e suas formas de expressão;
c) o homicídio qualificado ou doloso;
d) o desvio sexual.
Artigo 2° - O ministro ou oficial divorciado, caso venha a contrair novas núpcias
enquanto viver o ex-conjugue, poderá permanecer ou não na sua condição ministerial ou função, depois que seu caso for examinado cuidadosamente por sua Convenção ou Ministério Regional, em primeira instância, e se houver necessidade, em segunda instância pela Mesa Diretora da Convenção Geral, assistida pelo Conselho de Doutrina.
Artigo 3° - O pastor que acolher obreiro que se tenha divorciado e contraído novas núpcias e sem observar o que se contém no Artigo 2° desta resolução, será responsabilizado perante a Mesa Diretora da Convenção Geral.
Salvador, BA, 29 de janeiro de 1995.
Pr. SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA
Presidente da CGADB
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Eutanásia: entende-se por eutanásia a antecipação da morte de um doente em fase terminal. Por estar doente sofrendo dores horríveis ou mesmo a ânsia da morte, discute-se a legitimidade da ação de seu médico para antecipar-lhe a morte. Nesta discussão uma parcela da sociedade aprova a eutanásia e até a considera uma caridade para com o moribundo. Outra parcela se coloca na oposição não aceitando sob hipótese nenhuma tal prática considerando-a ilícita e até mesmo criminosa.
A Igreja repudia a eutanásia. Somente Deus tem o direito de dar ou tirar a vida. O Senhor Jesus se apresentou como sendo Ele o caminho e a vida. Ele é, portanto a fonte geradora de vida. É muito louvável que os médicos apliquem todos os recursos disponíveis para salvar vidas, e nunca para antecipar a morte.
A Igreja louva a Deus pelo trabalho dos médicos e todos os profissionais da área de saúde que tanto tem contribuído para minorar o sofrimento de milhões de doentes. A Igreja o considera uma benção de Deus. Temos o testemunho de muitas pessoas que estavam doentes já em fase terminal, tendo já se esgotado todos os recursos da medicina, foram completamente restaurados pela interferência direta de Deus mediante a oração dos seus servos.
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Aborto: a Igreja considera o aborto crime hediondo, A lei de Deus diz: Não matarás Ex 20:13. Os defensores do aborto argumentam que a mulher tem o direito de expelir de seu corpo aquilo que não lhe convém. Nem este nem qualquer outro argumento fará Deus anular a sua Lei, e permitir que uma mãe mate seu próprio filho.
Todas que assim procederem darão contas a Deus e receberão a justa retribuição: Is 59:3. Um único caso em que o aborto poderá ser praticado sem qualquer objeção da Igreja é por questão terapêutica: se o médico atestar que a continuação de uma gravidez coloca em risco a vida da mãe. Em mais nenhuma hipótese o aborto poderá ser praticado sem que se cometa grave pecado.
*Igreja Adventista.Os Adventistas do Sétimo Dia, para os quais o dia do Senhor é o sábado, são os principais representantes da doutrina, que prevê a ressurreição de todos os mortos: os santos, para que quando Jesus voltar reinar mil anos em paz (milenarismo); os pecadores, para depois dos mil anos. Estes últimos, ao ressuscitar, serão destruídos junto com Satanás. Assim, não ficara nenhum resquício de pecado na eternidade.
A vinda de Cristo está próxima. Fatos e acontecimentos contemporâneos o provam. É preciso estar pronto, asseguram os adventistas, que proíbem o uso de bebidas alcoólicas, a carne de porco, o café, o chá, todos os produtos excitantes. É recomendada, também, a abstinência de carne.
*Mórmons.Os Mórmons batizam os mortos para garantir a eles a salvação. Está previsto, inclusive, o casamento após a morte.
Questiona-se a identidade propriamente cristã dos Mórmons, já que eles admitem, além da Bíblia, uma nova Revelação de Deus, no Livro de Mórmon.
*Testemunhas de Jeová.Como os demais grupos milenaristas, acreditam no iminente fim do mundo. Passam de porta em porta para levar essa mensagem e um apelo à conversão. Anunciam o reino de Jesus Cristo, denunciam a atuação de Satã e chama a Deus pelo nome bíblico de Jeová.
Dificilmente podem ser chamados de cristãos, no sentido histórico do termo, pois não aceitam a divindade de Jesus Cristo. Combatem qualquer forma de religião, inclusive o Protestantismo. São reservados frente ao fumo, cinema, teatro, etc., e não aceitam a transfusão de sangue (pois dizem que a vida reside no sangue e pertence só a Deus). Instituições políticas e estatais, como, por exemplo, o serviço militar, são normalmente consideradas obras do poder de Satã, que domina este mundo.
*Budismo.A vida humana apresentava problemas profundos e angustiantes que não encontravam respostas satisfatórias numa religião em que prevaleçam ritos e sacrifícios de animais (Hinduísmo). Buda, o fundador, encarnou a ânsia de uma mística mais íntima, abrindo caminho para muitos outros que estavam na mesma busca.
Leigos e Monges
No ensinamento de Buda, o caminho ideal para se chegar à perfeição é a vida monástica. Isso não significa que não existam outras formas, menos perfeitas, mas acessíveis a todos, de se conseguir a salvação. No entanto, o ideal monástico é algo mais, e faz de quem o persegue um ser privilegiado dentro do conjunto da sociedade.
*Moral Para os Leigos.A conduta moral dos leigos é regulada por mandamentos negativos e regras ou orientações positivas.
Não devem: matar nenhum ser vivo; furtar; tomar a mulher do próximo; mentir; ingerir bebidas alcoólicas.
Entre as orientações mais importantes encontram-se: resignar-se no sofrimento; meditar sobre o sofrimento dos vivos; esforçar-se para participar das dores e alegrias dos outros; ser benevolente; ter vida piedosa; e perdoar as ofensas.
*Vida Monástica.Os monges vivem em total isolamento. Só de vez em quando esses monges, a sós ou em grupos deixam o mosteiro para entrar por momentos em contato com a sociedade.
Além dos cinco mandamentos negativos, comuns a todos, monges e monjas devem observar mais uma centena de outros, entre os quais: não tomar qualquer alimento além da refeição do meio dia; evitar os espetáculos mundanos, não ornamentar nem perfumar o próprio corpo; evitar leitos grandes e confortáveis e assentos altos e luxuosos; não comercializar objetos de ouro ou prata.
Os budistas não têm hierarquia na sua religião. Um monge budista vive sozinho ou num mosteiro, onde conta com pouquíssimos bens: uma roupa, uma tigela para fazer as refeições, um colar com 108 contas para contar enquanto medita, uma lâmina para raspar a cabeça e um filtro de água.
*Festas.O conjunto de tradições budistas tem em comum apenas e reverência para com a figura histórica de Buda. Por isso, as festas e o ritos variam muito, dependendo da época e do tipo de Budismo praticado em cada país.
As maiores festas comemoram o nascimento e a morte de Buda, quando também são lembrados os espíritos de todos os mortos: acendem-se pequenas lâmpadas, que são postas para flutuar sobre as águas dos rios e acompanhar os mortos no caminho do Nirvana.
*Ateus.Muitas pessoas dizem que o ateu não tem fé, nem crê em nada. Mas seria isso verdade? Não, o ateu crê e tem fé. Não é uma pessoa muito diferente das outras, apenas não crê naquilo de que não haja nenhum indício. É uma pessoa que apenas precisa de alguma razão para acreditar em alguma coisa.
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Aluna: Fernanda Canalle.
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Cidade: Caçador - SC.
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Escola/Universidade: Bom Jesus/Caçador - SC; UNC/Caçador - SC.