Entre as milhares de pessoas existentes no mundo, somente diferenciam-se 4 tipos de sangue, sendo eles:
A, B, AB e O. O tipo predominante é o "O", que corresponde a 46% do total; 40% pertencem ao tipo A; 10% tipo B e 4% ao AB.
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Funções da Irrigação Sanguínea
sábado, 25 de setembro de 2010
- Respiração: o sangue transporta oxigênio dos pulmões para os tecidos, e dióxido de carbono além de outros materiais de degradação dos tecidos até os pulmões.
- Nutrição: o sangue transporta substâncias alimentíciais dos intestinos ou dos depósitos de armazenamento para os tecidos.
- Excreção: o sangue transporte produtos de degradação das células para os órgãos excretores.
- Proteção: o sangue transporta células de defesa e anticorpos através do organismo, o que permite resistir ao ataque de enfermidades e infecções.
- Regulação: o sangue transporta hormônios e outras substâncias químcias que regulam o funcionamento dos órgãos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
- Nutrição: o sangue transporta substâncias alimentíciais dos intestinos ou dos depósitos de armazenamento para os tecidos.
- Excreção: o sangue transporte produtos de degradação das células para os órgãos excretores.
- Proteção: o sangue transporta células de defesa e anticorpos através do organismo, o que permite resistir ao ataque de enfermidades e infecções.
- Regulação: o sangue transporta hormônios e outras substâncias químcias que regulam o funcionamento dos órgãos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Circulação Pulmonar
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
A circulação através dos pulmões é essencialmente o mesmo do restante do organismo. Os vasos sanguíneos do coração direito ramificam-se progressivamente, formando finalmente capilares. Estes capilares estão intimamente relacionados com os alvéolos (sacos aéreos) pulmonares, ocorrendo troca de oxigênio e dióxido de carbono entre os alvéolos e o sangue no interior dos capilares. O sangue oxigenado nos pulmões retorna então para o coração e penetra no átrio esquerdo, onde passa para o ventrículo esquerdo e é bombeado para iniciar novo ciclo.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Veias
O sangue do sistema capilar retorna ao coração através das veias. Os capilares formam pequenas vênulas que se unem para formar veias maiores. As veias de todo o organismo finalmente se juntam para formar duas veias principais, a veia cava superior e a veia cava inferior.
O sangue que retorna da cabeça, pescoço, ombros e membros superiores corre pela veia cava superior. O sangue do abdômen, pelve e membros inferiores passa pela veia cava inferior. Ambas as veias cavas, esvaziam-se no átrio direito do coração. O ventrículo direito recebe sangue do átrio direito e o bombeia para os pulmões através das artérias pulmonares.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
O sangue que retorna da cabeça, pescoço, ombros e membros superiores corre pela veia cava superior. O sangue do abdômen, pelve e membros inferiores passa pela veia cava inferior. Ambas as veias cavas, esvaziam-se no átrio direito do coração. O ventrículo direito recebe sangue do átrio direito e o bombeia para os pulmões através das artérias pulmonares.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Capilares e Células
No organismo existem bilhões de células e capilares. O oxigênio e outros nutrientes passam das células sanguíneas e do plasma nos capilares, para as células dos tecidos do organismo, através da parede muito delgada do capilar. O dióxido de carbono e outros produtos de degradação passam em sentido oposto das células teciduais para o sangue, a fim de serem retiradas. O sangue nas artérias é vermelho-vivo, porque é rico em oxigênio; o sangue nas veias é vermelho-azulado, porque é pobre em oxigênio. Os capilares conectam-se diretamente em uma extremidade com as arteríolas, e na outra com as vênulas.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Artérias
A aorta é a grande artéria que deixa o coração; transporta sangue oxigenado para o organismo. Esse vaso encontra-se logo em frente à coluna vertebral nas cavidades torácica e abdominal. A aorta possui muitos ramos irrigando a cabeça e o pescoço, os membros superiores e os órgãos torácicos e abdominais.
Antes de terminar, no abdômen inferior, dividindo-se nas duas artérias principais que se dirigem para os membros inferiores. Cada uma dessas diversas artérias se divide em ramos cada vez menores, para formar finalmente os diminutos capilares de paredes delgadas.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
Antes de terminar, no abdômen inferior, dividindo-se nas duas artérias principais que se dirigem para os membros inferiores. Cada uma dessas diversas artérias se divide em ramos cada vez menores, para formar finalmente os diminutos capilares de paredes delgadas.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Corpo Humano
Sangue
O sangue é um líquido vermelho, viscoso, composto por plasma, células vermelhas chamadas de hemácias, células brancas conhecidas como leucócitos e plaquetas. O plasma transporta as células e nutrientes para todos os tecidos. Leva também produtos de degradação para órgãos excretores. As hemácias fornecem cor ao sangue e transportam oxigênio. Os leucócitos atuam na defesa do organismo contra as infecções. As plaquetas são essenciais para a formação de coágulos sanguíneos, necessários para estancar hemorragias.
Sob pressão o sangue jorra de uma artéria com uma coloração vermelho-viva; de uma veia ou capilar em fluxo contínuo e lento, apresentando cor escura vermelho-azulada. A coagulação geralmente demora seis a dez minutos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
Sob pressão o sangue jorra de uma artéria com uma coloração vermelho-viva; de uma veia ou capilar em fluxo contínuo e lento, apresentando cor escura vermelho-azulada. A coagulação geralmente demora seis a dez minutos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Corpo Humano
O Coração
É um órgão muscular, oco, com tamanho aproximado da fechada de um homem. Uma parede chamado de septo, divide o coração ao meio nos lados direito e esquerdo. Cada lado do coração é dividido novamente em uma câmara superior (átrio) e inferior (ventrículo).
O coração compõe-se de duas bombas lado a lado. Na direita recebe sangue das veias do organismo no átrio e bombeia para os pulmões, a partir do ventrículo direito. O lado esquerdo recebe sangue oxigenado vindo dos pulmões para o átrio esquerdo, e o bombeia para as artérias que levarão a todas as partes do organismo, partindo do ventrículo esquerdo.
Existem duas aberturas em cada câmara cardíaca, onde válvulas permitem o fluxo em sentido único. As válvulas evitam o fluxo sanguíneo retrógrado e o mantêm fluindo através das artérias e veias na direção adequada. Quando uma válvula está aberta, a outra está fechada. Normalmente o sangue move-se em apenas uma direção ao longo de todo o circuito.
Quando um ventrículo (câmara inferior) se contrai, a válvula para a artéria se abre e a válvula entre o ventrículo e o átrio (câmara superior) se fecha. O sangue é impelido do ventrículo para a artéria (artéria pulmonar ou aorta). Ao término da contração, o ventrículo se relaxa. A válvula para a artéria se fecha, a válvula para o átrio se abre, e o sangue flui no átrio para encher o ventrículo. Quando o ventrículo é estimulado e se contrai, o ciclo se repete.
A contração do músculo cardíaco é denominada sístole; o relaxamente do coração enquanto o ventrículo se enche de sangue é chamado diástole. Dessa forma há pressão sistólica e pressão diastólica.
No indivíduo médio normal, a frequência cardíaca pode variar de 60 a 100 batimentos por minuto. Em cada batimento, 70 a 80 ml de sangue são ejetados do coração. Em um minuto, todo o volume de cerca de seis litros de sangue já circulou pelos vasos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
O coração compõe-se de duas bombas lado a lado. Na direita recebe sangue das veias do organismo no átrio e bombeia para os pulmões, a partir do ventrículo direito. O lado esquerdo recebe sangue oxigenado vindo dos pulmões para o átrio esquerdo, e o bombeia para as artérias que levarão a todas as partes do organismo, partindo do ventrículo esquerdo.
Existem duas aberturas em cada câmara cardíaca, onde válvulas permitem o fluxo em sentido único. As válvulas evitam o fluxo sanguíneo retrógrado e o mantêm fluindo através das artérias e veias na direção adequada. Quando uma válvula está aberta, a outra está fechada. Normalmente o sangue move-se em apenas uma direção ao longo de todo o circuito.
Quando um ventrículo (câmara inferior) se contrai, a válvula para a artéria se abre e a válvula entre o ventrículo e o átrio (câmara superior) se fecha. O sangue é impelido do ventrículo para a artéria (artéria pulmonar ou aorta). Ao término da contração, o ventrículo se relaxa. A válvula para a artéria se fecha, a válvula para o átrio se abre, e o sangue flui no átrio para encher o ventrículo. Quando o ventrículo é estimulado e se contrai, o ciclo se repete.
A contração do músculo cardíaco é denominada sístole; o relaxamente do coração enquanto o ventrículo se enche de sangue é chamado diástole. Dessa forma há pressão sistólica e pressão diastólica.
No indivíduo médio normal, a frequência cardíaca pode variar de 60 a 100 batimentos por minuto. Em cada batimento, 70 a 80 ml de sangue são ejetados do coração. Em um minuto, todo o volume de cerca de seis litros de sangue já circulou pelos vasos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Corpo Humano
Sistema Circulatório
O sistema circulatório ou cardiovascular, constitui-se pelo coração, o sangue e por uma rede complexa de tubos denominados artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias. Por esses tubos, o sangue circula por todo o organismo impulsionado pela pressão produzida por uma bomba, o coração.
O sangue deixa o ventrículo esquerdo através de uma artéria de grande calibre. As artérias tornam-se gradualmente mais finas (arteríolas) até que o sangue circule através de delgados capilares. Os capilares são vasos de calibre diminuto, como fios de cabelo, onde as hemácias podem entrar em íntimo contato com as céculas do organismo. O sangue passa dos capilares para pequenas veias (vênulas) que unem-se e tornam-se maiores, à medida que se aproximam do coração. Elas levam o sangue para o lado direito do coração, que o bombeia para os pulmões, onde volta a passar através de um sistema capilar. Retorna ao lado esquerdo do coração, completando o ciclo, que é completamente fechado.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
O sangue deixa o ventrículo esquerdo através de uma artéria de grande calibre. As artérias tornam-se gradualmente mais finas (arteríolas) até que o sangue circule através de delgados capilares. Os capilares são vasos de calibre diminuto, como fios de cabelo, onde as hemácias podem entrar em íntimo contato com as céculas do organismo. O sangue passa dos capilares para pequenas veias (vênulas) que unem-se e tornam-se maiores, à medida que se aproximam do coração. Elas levam o sangue para o lado direito do coração, que o bombeia para os pulmões, onde volta a passar através de um sistema capilar. Retorna ao lado esquerdo do coração, completando o ciclo, que é completamente fechado.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Corpo Humano
Controle da Respiração
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
O cérebro controla a respiração. Quando precisa de mais oxigênio, estímulos são enviados pelos nervos até chegar aos músculos do tórax e diafragma, fazendo que trabalhem mais rápido e com mais força.
A respiração é involuntária, porém pode passar a ser controlada até certo ponto. Quando queremos prender a respiração, podemos mandar impulsos automáticos do cérebro por um curto período. Da mesma maneira que, se quiser respirar mais rápido e profundamente, podemos também fazê-lo desde que tenhamos consciência do mesmo.
O cérebro funciona na grande parte sob o controle consciente (automaticamente) dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono no corpo. Responde a esses níveis controlando a respiração. Se os níveis se alterarem e ficam anormais, o cérebro automaticamente controlará a respiração. Isso porque você não pode prender sua respiração ou respirar rápida e profundamente por muito tempo indefinido. Existem conexões nervosas entre o cérebro e os pulmões através das quais é feito esse controle.
O sistema respiratório abrange todos os órgãos do corpo que contribuem para a respiração normal. Inclui o nariz, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia e os brônquios, sendo todos englobados como vias aéreas. Nos pulmões, onde o oxigênio passa para o sangue, e, é liberado o dióxido de carbono para ser eliminado. Finalmente, inclui o diafragma e os músculos da parede torácica, que permitem os movimentos respiratórios normais.
O sangue que passou através do corpo deu seu oxigênio para os tecidos e absorveu dióxido de carbono produzido pelo metabolismo tecidual. É coletado no átrio direito do coração, bombeado até o pulmão através do ventrículo direito. No pulmão, passa por uma fina trama de capilares pulmonares, estes em contato com o ar nos alvéolos (sacos aéreos) do pulmão. Nesse caso, o sangue libera o dióxido de carbono e absorve novo oxigênio. O sangue renovado passa para vasos maiores, sendo coletado dos pulmões no átrio esquerdo do coração. Passando para o ventrículo esquerdo e bombeado em seguida para todo o corpo, carregando oxigênio para os tecidos.
Os capilares pulmonares estão localizados nas paredes dos alvéolos. As paredes dos capilares e alvéolos são extremamente finas. O ar nos alvéolos e o sangue nos capilares estão assim separados pelas mais finais paredes imagináveis. O oxigênio e o dióxido de carbono podem se mover entre os alvéolos e capilares rapidamente. O oxigênio passa do pulmão para o sangue, e desse para os tecidos corporais, através dos capilares. No inverso desse processo, o dióxido de carbono passa dos tecidos do corpo, através de capilares, para o sangue, passa do sangue, através dos capilares, para os sacos aéreos do pulmão. E então dispersado no ar expirado.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
A respiração é involuntária, porém pode passar a ser controlada até certo ponto. Quando queremos prender a respiração, podemos mandar impulsos automáticos do cérebro por um curto período. Da mesma maneira que, se quiser respirar mais rápido e profundamente, podemos também fazê-lo desde que tenhamos consciência do mesmo.
O cérebro funciona na grande parte sob o controle consciente (automaticamente) dos níveis de oxigênio e dióxido de carbono no corpo. Responde a esses níveis controlando a respiração. Se os níveis se alterarem e ficam anormais, o cérebro automaticamente controlará a respiração. Isso porque você não pode prender sua respiração ou respirar rápida e profundamente por muito tempo indefinido. Existem conexões nervosas entre o cérebro e os pulmões através das quais é feito esse controle.
O sistema respiratório abrange todos os órgãos do corpo que contribuem para a respiração normal. Inclui o nariz, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia e os brônquios, sendo todos englobados como vias aéreas. Nos pulmões, onde o oxigênio passa para o sangue, e, é liberado o dióxido de carbono para ser eliminado. Finalmente, inclui o diafragma e os músculos da parede torácica, que permitem os movimentos respiratórios normais.
O sangue que passou através do corpo deu seu oxigênio para os tecidos e absorveu dióxido de carbono produzido pelo metabolismo tecidual. É coletado no átrio direito do coração, bombeado até o pulmão através do ventrículo direito. No pulmão, passa por uma fina trama de capilares pulmonares, estes em contato com o ar nos alvéolos (sacos aéreos) do pulmão. Nesse caso, o sangue libera o dióxido de carbono e absorve novo oxigênio. O sangue renovado passa para vasos maiores, sendo coletado dos pulmões no átrio esquerdo do coração. Passando para o ventrículo esquerdo e bombeado em seguida para todo o corpo, carregando oxigênio para os tecidos.
Os capilares pulmonares estão localizados nas paredes dos alvéolos. As paredes dos capilares e alvéolos são extremamente finas. O ar nos alvéolos e o sangue nos capilares estão assim separados pelas mais finais paredes imagináveis. O oxigênio e o dióxido de carbono podem se mover entre os alvéolos e capilares rapidamente. O oxigênio passa do pulmão para o sangue, e desse para os tecidos corporais, através dos capilares. No inverso desse processo, o dióxido de carbono passa dos tecidos do corpo, através de capilares, para o sangue, passa do sangue, através dos capilares, para os sacos aéreos do pulmão. E então dispersado no ar expirado.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
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Mecanismo de Respiração
domingo, 23 de agosto de 2009
Os pulmões não podem encher-se por vontade própria, pois não possuem estrutura muscular para tal. Os movimentos da caixa torácica e diafragmática são que permitem aos pulmões a entrada e saída do ar. A caixa torácica é uma caixa óssea recoberta de músculo e pele. O diafragma é uma parte muscular que separa o tórax do abdômen.
Alguns comparam a caixa torácica a um fole. As costelas mantêm a forma do tórax. A abertura é feita pela traquéia. O ar move através da traquéia para dentro e fora do pulmão, enchendo e esvaziando os sacos aéreos. O normal da pressão interior da caixa torácica é menor do que a pressão atmosférica. A abertura do tórax diminui ainda mais a pressão aérea dentro dele, fazendo que a pressão aérea de fora, sendo maior, permita a entrada de ar pela traquéia, assim enchendo o pulmão. Quando a pressão aérea de dentro se iguala a de fora, o ar para de entrar. O ar se moverá de uma área de maior pressão para uma de menor pressão, até as pressões em ambas as áreas se tornarem equivalentes. Dessa maneira à medida que o fole é fechado durante a expiração, a pressão de dentro torna-se maior maior que a de fora, e o ar é expelido.
Durante a inspiração (inalação), o diafragma e os músculos das costelas se contraem. O diafragma se contrai e move para baixo, aumentando a cavidade torácica longitudinalmente. Quando os músculos das costelas se contraem, elevam as costelas. Essas ações combinadas para aumentar a cavidade torácica em todas as dimensões. Assim o ar entra para os pulmões.
Já na expiração, o diafragma e os músculos costais relaxam. Quando estes relaxam, a cavidade torácica diminui de tamanho em todas as dimensões. Assim que a cavidade diminui, o ar nos pulmões sente-se pressionado em um espaço menor, então a pressão aumenta e o ar é forçado a sair pela traquéia. A diminuição no tamanho da cavidade torácica após o relaxamento é realizada pela ação do tecido elástico do pulmão, que estira durante a inspiração e diminui após o relaxamento da parede torácica muscular. Existe também uma tendência inerente da parede torácica em voltar a uma posição normal de repouso, o que no caso auxilia a expiração.
Lembremos que há uma única abertura normal na cavidade do tórax, a qual se dá pela traquéia. Os pulmões são livres dentro da cavidade, porém, um mecanismo auxilia e garante que eles sigam os movimentos da parede torácica, contraindo e expandindo junto a ela.
Uma camada de tecido liso, brilhante e escorregadio, o qual chamamos de pleura. Uma camada recobre o interior da cavidade torácica e outra os pulmões. A camada que protege a parede é chamada de pleura parietal, e a que protege os pulmões de pleura visceral. Entre ambas há um espaço pleural, porém não existe um espaço real, apenas modo de dizer, pois elas ficam em contato direto entre si.
O intervalo entre superfícies pleurais podem transformar-se num espaço real caso haja sangramento pulmonar da parede torácica, ou entrada de ar numa rutura do pulmão ou abertura do tórax. Se as superfícies estiverem separadas não há o mecanismo normal de expansão do tórax. Se houver aglomeração de ar ou sangue, o pulmão poderá comprimir-se e não expandir corretamente e nem suficiente durante o processo de inspiração, o que poderá acarretar em problemas como, o não fornecimento apropriado de oxigênio para manter-se a vida das células.
A frequência normal da respiração é de 12 a 20 respirações (ventilações) por minuto.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
Alguns comparam a caixa torácica a um fole. As costelas mantêm a forma do tórax. A abertura é feita pela traquéia. O ar move através da traquéia para dentro e fora do pulmão, enchendo e esvaziando os sacos aéreos. O normal da pressão interior da caixa torácica é menor do que a pressão atmosférica. A abertura do tórax diminui ainda mais a pressão aérea dentro dele, fazendo que a pressão aérea de fora, sendo maior, permita a entrada de ar pela traquéia, assim enchendo o pulmão. Quando a pressão aérea de dentro se iguala a de fora, o ar para de entrar. O ar se moverá de uma área de maior pressão para uma de menor pressão, até as pressões em ambas as áreas se tornarem equivalentes. Dessa maneira à medida que o fole é fechado durante a expiração, a pressão de dentro torna-se maior maior que a de fora, e o ar é expelido.
Durante a inspiração (inalação), o diafragma e os músculos das costelas se contraem. O diafragma se contrai e move para baixo, aumentando a cavidade torácica longitudinalmente. Quando os músculos das costelas se contraem, elevam as costelas. Essas ações combinadas para aumentar a cavidade torácica em todas as dimensões. Assim o ar entra para os pulmões.
Já na expiração, o diafragma e os músculos costais relaxam. Quando estes relaxam, a cavidade torácica diminui de tamanho em todas as dimensões. Assim que a cavidade diminui, o ar nos pulmões sente-se pressionado em um espaço menor, então a pressão aumenta e o ar é forçado a sair pela traquéia. A diminuição no tamanho da cavidade torácica após o relaxamento é realizada pela ação do tecido elástico do pulmão, que estira durante a inspiração e diminui após o relaxamento da parede torácica muscular. Existe também uma tendência inerente da parede torácica em voltar a uma posição normal de repouso, o que no caso auxilia a expiração.
Lembremos que há uma única abertura normal na cavidade do tórax, a qual se dá pela traquéia. Os pulmões são livres dentro da cavidade, porém, um mecanismo auxilia e garante que eles sigam os movimentos da parede torácica, contraindo e expandindo junto a ela.
Uma camada de tecido liso, brilhante e escorregadio, o qual chamamos de pleura. Uma camada recobre o interior da cavidade torácica e outra os pulmões. A camada que protege a parede é chamada de pleura parietal, e a que protege os pulmões de pleura visceral. Entre ambas há um espaço pleural, porém não existe um espaço real, apenas modo de dizer, pois elas ficam em contato direto entre si.
O intervalo entre superfícies pleurais podem transformar-se num espaço real caso haja sangramento pulmonar da parede torácica, ou entrada de ar numa rutura do pulmão ou abertura do tórax. Se as superfícies estiverem separadas não há o mecanismo normal de expansão do tórax. Se houver aglomeração de ar ou sangue, o pulmão poderá comprimir-se e não expandir corretamente e nem suficiente durante o processo de inspiração, o que poderá acarretar em problemas como, o não fornecimento apropriado de oxigênio para manter-se a vida das células.
A frequência normal da respiração é de 12 a 20 respirações (ventilações) por minuto.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Vias Aéreas
domingo, 19 de julho de 2009
Sua parte superior constitui de nariz, boca e faringe. O nariz e a boca levam até a faringe (garganta), onde que na parte inferior têm duas vias: esôfago (atrás) e traquéia (frente). Os alimentos e líquidos entram na faringe passando pelo esôfago, posteriormente levado ao estômago. Já o ar e outros gases passam pela traquéia e chegando aos pulmões.
A permanência da abertura da traquéia se dá pela epiglote, uma estrutura fina e com semelhança a uma folha. Esse órgão se abre permitindo passagem de ar para a traquéia, porém, fecha-se quando ingere líquidos ou alimentos na faringe. O corpo é incapaz de suportar materiais sólidos ou líquidos na traquéia.
A primeira parte da traquéia (laringe/caixa vocal), consiste num arranjo de pequenos ossos, cartilagens, músculos e duas cordas vocais. A proeminência laríngea (pomo-de-adão), proeminente no pescoço é uma porção anterior da laringe ou cartilagem tireóide. Pequenos músculos abrem e fecham as cordas vocais.
Os sons são criados conforme a passagem de ar forçado pelas cordas vocais, fazendo assim com que elas vibrem. As vibrações produzem o som, o tom muda conforme as cordas abrem e fecham. Tais vibrações podem ser sentidas se colocar levemente os dedos sobre a laringe. As palavras ou outros sons não compreensíveis, se deve ao fato de serem produzidos pela língua ou músculos bocais.
Abaixo da cartilagem tireóide está a cartilagem cricóide. Entre estas proeminências está a membrana cricotireóide, que também pode ser sentida como uma depressão na linha média do pescoço, inferior a cartilagem tireóide. Localizada abaixo da caixa vocal encontramos a traquéia, um tubo formado por anéis de cartilagem que completam-se atrás por um tecido conjuntivo denso. Os anéis cartilaginosos impedem a traquéia de colar no momento que o ar se move para dentro e fora dos pulmões, no processo da respiração.
O ser humano possui dois pulmões, um localizado no lado direito e outro no esquerdo da caixa torácica. Os pulmões são suspensos pela traquéia, artérias e veias que entram e saem do coração, e também pelos ligamentos pulmonares.
A traquéia termina na divisão em tubos menores, conhecidos por brônquios direito e esquerdo, estes que entram nos pulmões. Cada brônquio principal ramifica-se no interior do pulmão em vias áreas menores. Dentro do pulmão direito, existem três brônquios lobares; e dentro do esquerdo, existem dois.
As vias áreas terminam em milhões de sacos aéreos conhecidos como alvéolos. Os pulmões saudáveis contêm cerca de 700 milhões de alvéolos. O oxigênio é dado para o sangue e o dióxido de carbono é retirado para ser eliminado, reforçando que este processo decorre nos alvéolos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
A permanência da abertura da traquéia se dá pela epiglote, uma estrutura fina e com semelhança a uma folha. Esse órgão se abre permitindo passagem de ar para a traquéia, porém, fecha-se quando ingere líquidos ou alimentos na faringe. O corpo é incapaz de suportar materiais sólidos ou líquidos na traquéia.
A primeira parte da traquéia (laringe/caixa vocal), consiste num arranjo de pequenos ossos, cartilagens, músculos e duas cordas vocais. A proeminência laríngea (pomo-de-adão), proeminente no pescoço é uma porção anterior da laringe ou cartilagem tireóide. Pequenos músculos abrem e fecham as cordas vocais.
Os sons são criados conforme a passagem de ar forçado pelas cordas vocais, fazendo assim com que elas vibrem. As vibrações produzem o som, o tom muda conforme as cordas abrem e fecham. Tais vibrações podem ser sentidas se colocar levemente os dedos sobre a laringe. As palavras ou outros sons não compreensíveis, se deve ao fato de serem produzidos pela língua ou músculos bocais.
Abaixo da cartilagem tireóide está a cartilagem cricóide. Entre estas proeminências está a membrana cricotireóide, que também pode ser sentida como uma depressão na linha média do pescoço, inferior a cartilagem tireóide. Localizada abaixo da caixa vocal encontramos a traquéia, um tubo formado por anéis de cartilagem que completam-se atrás por um tecido conjuntivo denso. Os anéis cartilaginosos impedem a traquéia de colar no momento que o ar se move para dentro e fora dos pulmões, no processo da respiração.
O ser humano possui dois pulmões, um localizado no lado direito e outro no esquerdo da caixa torácica. Os pulmões são suspensos pela traquéia, artérias e veias que entram e saem do coração, e também pelos ligamentos pulmonares.
A traquéia termina na divisão em tubos menores, conhecidos por brônquios direito e esquerdo, estes que entram nos pulmões. Cada brônquio principal ramifica-se no interior do pulmão em vias áreas menores. Dentro do pulmão direito, existem três brônquios lobares; e dentro do esquerdo, existem dois.
As vias áreas terminam em milhões de sacos aéreos conhecidos como alvéolos. Os pulmões saudáveis contêm cerca de 700 milhões de alvéolos. O oxigênio é dado para o sangue e o dióxido de carbono é retirado para ser eliminado, reforçando que este processo decorre nos alvéolos.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Sistema Respiratório
O oxigênio é aquilo que podemos considerar como combustível para as células do corpo humano. Sem seu suprimento de forma contínua e adequado de oxigênio, as células sofreriam e acabariam por morrer. Cada célula viva do organismo requer suprimento constante de oxigênio; algumas mais dependentes do que outras. As células do encéfalo e sistema nervoso podem morrer entre 4 à 6 minutos sem oxigênio.
Essas células não podem ser substituídas, o que resulta em danos permanentes por tal lesão. Outras células do corpo não são tão dependentes do suprimento, pois podem suportar períodos anaeróbicos (sem oxigênio), e mesmo assim reproduzem-se completamente.
O sistema respiratório pelo qual o oxigênio é liberado para os tecidos corporais é de onde remove-se o dióxido de carbono, representa então, uma parte muito importante do corpo. Normalmente, o ar que respiramos contém taxa de 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases.
Todas as células vivas do corpo estão relacionadas com vários processos químicos os quais a energia é extraída do alimento. O nome dado à soma total de todos os processoes é chamado, metabolismo. No curso do metabolismo, cada célula usa oxigênio e produz dióxido de carbono como resíduo. As células que não são capazes de participar dos processos metabólicos estão mortas ou morrendo.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
Essas células não podem ser substituídas, o que resulta em danos permanentes por tal lesão. Outras células do corpo não são tão dependentes do suprimento, pois podem suportar períodos anaeróbicos (sem oxigênio), e mesmo assim reproduzem-se completamente.
O sistema respiratório pelo qual o oxigênio é liberado para os tecidos corporais é de onde remove-se o dióxido de carbono, representa então, uma parte muito importante do corpo. Normalmente, o ar que respiramos contém taxa de 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros gases.
Todas as células vivas do corpo estão relacionadas com vários processos químicos os quais a energia é extraída do alimento. O nome dado à soma total de todos os processoes é chamado, metabolismo. No curso do metabolismo, cada célula usa oxigênio e produz dióxido de carbono como resíduo. As células que não são capazes de participar dos processos metabólicos estão mortas ou morrendo.
- Fonte: Apostila do Curso de Formação de Socorristas em APH-B.
- Créditos de Fonte: UDESC, ABRAMET, CBMSC, USAID, OFDA.
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Corpo Humano
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