Tanto em células animais como vegetais, a osmose depende basicamente de dois fatores: a concentração do meio e a concentração da célula. Em células vegetais, um terceiro fator se torna importante, a resistência da parede celular.
A membrana celulósica limita a entrada de água, pois conforme a água entra ela se distende e passa a exercer pressão de fora para dentro.
Essa pressão da membrana de fora para dentro, é semelhante à pressão exercida pela parede de um balão de aniversário que se enche de ar.
Ambos os casos, à medida que aumenta a quantidade de ar ou água, a pressão das paredes aumenta impedindo a entrada de ar ou água, a não ser que a mesma estoure.
Essa pressão é chamada M.
Valores de M:
*Na célula murcha ou célula plasmolisada é nulo;
*À medida que a célula se torna túrgida vai aumentando.
M aumenta desde zero na célula murcha ou plasmolisada até seu valor máximo na célula túrgida.
O poder osmótico, a capacidade de absorver água depende da concentração do vacúolo. A entrade de água nessa concentração diminui porque aumenta a quantidade de dissolvente.
Chamamos de Si o poder osmótico (força de sucção interna) do vacúolo, podemos dizer então:
a)Na célula murcha ou plasmolisada, Si > M;
b)Na célula túrgida, Si = M.
Como na célula murcha Si > M e na túrgida Si = M, à medida que entra água na célula aumenta M e diminui Si. Aumentando M e diminuindo Si chega o momento que os dois valores igualam-se cessando a entrada de água na célula, ficando túrgida.
A força de sucção da célula vegetal pode ser chamada de Sc, depende então:
*Da pressão da membrana, que representamos por M;
*Da concentração do vacúolo ou sucção interna, representada por Si.
Desta maneira os valorers para cada caso são:
a)Na célula murcha:
M = 0
Sc = Si
Como M é zero, a força de sucção da célula depende unicamente de Si.
b)Na célula túrgida:
M = Si
Sc = 0
Sc é nulo, pois M anula Si, não entrando água na célula.
c)Na célula turgescente, ou seja, na célula que está recebendo água:
Sc = Si - M
A força de sucção da célula (Sc) é, todo o estágio de turgescência, a diferença entre sucção interna (Si) e a pressão contrária exercida pela membrana celulósica (M).
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Osmose em Células Vegetais
Ao se colocar uma célula vegetal murcha em água pura, que a concentração é nula, há entrada de água na célula até o máximo de sua contenção, tornando-a túrgida. A célula não estoura como ocorre na célula animal, devido a presença da membrana de celulose (bastante resistente). Quando a célula vegetal encontra-se túrgida, noutras palavras, completamente cheia de água, a quantidade de água que entra e sai dela é a mesma, havendo o equilíbrio.
Uma célula vegetal normal numa solução hipertônica ela vem a perder água para o meio fazendo com que fique murcha. Se a concentração do meio externo continua maior que a do meio intracelular, continuará a perder água, podendo fazer com que a membrana plasmática separe-se da membrana de celulose. Esse processo é chamado de plasmólise e é característico das células vegetais. O processo inverso ao da plasmólise é a deplasmólise, que a célula plasmolisada ao ser colocada em água pura ou de concentração baixa, volta a ficar túrgida.
No citoplasma das células vegetais adultas existe uma região central relativamente grande, sendo preenchida por organelas chamadas vacúolo. O vacúolo possui uma membrana lipoprotéica chamada tonoplasto, abriga o suco vacuolar, formado por uma solução aquosa de várias substâncias. Como o tonoplasto é uma membrana lipoprotéica como todas as membranas internas existentes nas células, possui as mesmas características da membrana plasmática. Desse modo, a água que sai da célula vegetal provém principalmente do vacúolo. O citoplasma e a membrana plasmática acompanham a concentração do vacúolo e, na plasmólise, desligam-se da membrana celulósica, ficando este espaço do citoplasma e da parede celular uma solução aquosa de concentração semelhante à do meio externo externo à célula.
Uma célula vegetal normal numa solução hipertônica ela vem a perder água para o meio fazendo com que fique murcha. Se a concentração do meio externo continua maior que a do meio intracelular, continuará a perder água, podendo fazer com que a membrana plasmática separe-se da membrana de celulose. Esse processo é chamado de plasmólise e é característico das células vegetais. O processo inverso ao da plasmólise é a deplasmólise, que a célula plasmolisada ao ser colocada em água pura ou de concentração baixa, volta a ficar túrgida.
No citoplasma das células vegetais adultas existe uma região central relativamente grande, sendo preenchida por organelas chamadas vacúolo. O vacúolo possui uma membrana lipoprotéica chamada tonoplasto, abriga o suco vacuolar, formado por uma solução aquosa de várias substâncias. Como o tonoplasto é uma membrana lipoprotéica como todas as membranas internas existentes nas células, possui as mesmas características da membrana plasmática. Desse modo, a água que sai da célula vegetal provém principalmente do vacúolo. O citoplasma e a membrana plasmática acompanham a concentração do vacúolo e, na plasmólise, desligam-se da membrana celulósica, ficando este espaço do citoplasma e da parede celular uma solução aquosa de concentração semelhante à do meio externo externo à célula.
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Biologia
Osmose
É um processo de difusão de moléculas do solvente através de membranas semipermeáveis. O solvente difunde-se em maior quantidade da região de menor concentração para a de maior concentração, pois tem tendência a igualar as concentrações.
As células funcionam como pequenos osmômetros, modificando seu volume em função da concentração do meio.
A membrana plasmática é uma membrana semipermeável que permite a livre movimentação de moléculas de água, mas não de certas substâncias, como açúcar e sal, dissolvidas nela. Então se fala que a membrana plasmática e as demais membranas lipoprotéicas das células tem permeabilidade seletiva.
Quando a hemácia ou outra célula encontra0se em meio de concentração igual à de seu interior (meio isotônico) ela apresenta aparência normal. Em meio hipertônico, a célula perde água e em meio hipotônico entra água na célula, assim provoca aumento do volume, o que leva à ruptura da membrana.
Osmose: difusão através de membranas semipermeáveis, onde passa apenas solventes com maior quantidade de solução menos concentradas para a mais concentrada.
As células funcionam como pequenos osmômetros, modificando seu volume em função da concentração do meio.
A membrana plasmática é uma membrana semipermeável que permite a livre movimentação de moléculas de água, mas não de certas substâncias, como açúcar e sal, dissolvidas nela. Então se fala que a membrana plasmática e as demais membranas lipoprotéicas das células tem permeabilidade seletiva.
Quando a hemácia ou outra célula encontra0se em meio de concentração igual à de seu interior (meio isotônico) ela apresenta aparência normal. Em meio hipertônico, a célula perde água e em meio hipotônico entra água na célula, assim provoca aumento do volume, o que leva à ruptura da membrana.
Osmose: difusão através de membranas semipermeáveis, onde passa apenas solventes com maior quantidade de solução menos concentradas para a mais concentrada.
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Difusão Facilitada
É um processo passivo e ocorre pelas membranas. Nessa difusão algumas proteínas da membrana atuam facilitando a passagem de moléculas, que por difusão simples demorariam mais tempo a fim de equilibrar as concentrações. De modo particular esse processo é comum no movimento da glicose, aminoácidos e vitaminas.
As proteínas relacionadas com a difusão facilitada possui canal interno no qual há sítios especializados para a união com certas substâncias.
As proteínas relacionadas com a difusão facilitada possui canal interno no qual há sítios especializados para a união com certas substâncias.
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Difusão
sábado, 28 de maio de 2011
No momento que duas soluções de concentrações distintas são colocadas em contato, as moléculas movimentam-se no sentido de igualar as concentrações. O deslocamento das moléculas é chamado de difusão.
Concentração de uma solução: quantidade de soluto dissolvido na unidade de solvente.
Difusão: movimento das moléculas do soluto e do solvente a favor de um gradiente de concentração, no sentido de igualar suas concentrações.
Através da membrana plasmática ocorre difusão de pequenas moléculas solúveis em lipídios, de O2, CO2 e água. A molécula de água apesa de não possuir afinidade com lipídio, é pequena para poder atravessar a membrana plasmática por difusão simples.
Concentração de uma solução: quantidade de soluto dissolvido na unidade de solvente.
Difusão: movimento das moléculas do soluto e do solvente a favor de um gradiente de concentração, no sentido de igualar suas concentrações.
Através da membrana plasmática ocorre difusão de pequenas moléculas solúveis em lipídios, de O2, CO2 e água. A molécula de água apesa de não possuir afinidade com lipídio, é pequena para poder atravessar a membrana plasmática por difusão simples.
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Transporte Através de Membranas
A célula como estrutura viva precisa de alimentos e oxigênio para realizar suas funções vitais, como também eliminar produtos do seu metabolismo. As membranas permitem trocas entre o interior e o exterior da célula.
A parede celular dentro de certos limites, uma membrana permeável não exercendo controle das substâncias que entram e saem da célula. A membrana plasmática embora permita a troca entre célula e o meio externo, exerce controle dos elementos que entram na célula e saem. A membrana plasmática é semipermeável, tendo poder seletivo.
A membrana plasmática permite passagem livre de água e pequenas moléculas como oxigênio, dificultando ou impedindo a passagem de moléculas grandes, como proteínas. Os processos de troca na célula pode se agrupar em 4 categorias:
*Processos passivos: ocorrem sem gasto de energia: difusão, difusão facilitada e osmose;
*Processos ativos: ocorrem com gasto de energia: bomba de sódio e potássio;
*Endocitoses: processos que permitem a ingestão de substâncias com dimensões maiores, não atravessam a membrana plasmática: fagocitose e pinocitose;
*Exocitoses: processos que permitem a eliminação de substâncias com dimensões maiores, não atravessando a membrana plasmática.
A parede celular dentro de certos limites, uma membrana permeável não exercendo controle das substâncias que entram e saem da célula. A membrana plasmática embora permita a troca entre célula e o meio externo, exerce controle dos elementos que entram na célula e saem. A membrana plasmática é semipermeável, tendo poder seletivo.
A membrana plasmática permite passagem livre de água e pequenas moléculas como oxigênio, dificultando ou impedindo a passagem de moléculas grandes, como proteínas. Os processos de troca na célula pode se agrupar em 4 categorias:
*Processos passivos: ocorrem sem gasto de energia: difusão, difusão facilitada e osmose;
*Processos ativos: ocorrem com gasto de energia: bomba de sódio e potássio;
*Endocitoses: processos que permitem a ingestão de substâncias com dimensões maiores, não atravessam a membrana plasmática: fagocitose e pinocitose;
*Exocitoses: processos que permitem a eliminação de substâncias com dimensões maiores, não atravessando a membrana plasmática.
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Membrana Plasmática
A exceção da parede celular, a membrana plasmática e demais membranas da célula são lipoprotéicas, ou seja, formadas por moléculas de lipídios e proteínas.
O modelo de estrutura de membrana aceito hoje é o Modelo do Mosaico Fluido, realizado em 1972 por Singer e Nicolson. Neste modelo há um mosaico de moléculas de proteína mergulhadas totalmente ou parcialmente nas duas camadas fluidas de moléculas de lipídios. O modelo concorda com todos os dados experimentais conhecidos e pode ser aplicado a todas as membranas celulares, exceto a parede celular.
Os principais tipos de lipídios que encontramos nas membranas celulares são:
*Fosfolipídio e o glicolipídio - presentes em todos os seres celulares;
*Colesterol - presente apenas em protistas e animais.
As moléculas dos lipídios possuem porções com afinidade pela água (parte hidrofílica) e porções com rejeição pela água (parte hidrofóbica). quando completadas por água ao seu redor estas moléculas dispõem-se naturalmente em duas camadas: parte hidrofílica que mantém contato com a água e a parte hidrofóbica protegida da água. A parte hidrofílica fica para fora e a parte hidrofóbica dentro. As camadas de lipídios tendem unir suas extremidades formando compartimentos fechados. A formação de membranas com duas camadas de lipídios dispostas é um processo natural.
Estas camadas duplas de lipídios são fluidas, permite assim a movimentação de moléculas no plano da membrana.
As proteínas que entram na constituição das membranas são globulares e atravessam camadas de lipídios. As proteínas conferem às membranas funções específicas. Depende da quantidade e tipo da proteína, a membrana relaciona-se a uma determinada função.
O modelo de estrutura de membrana aceito hoje é o Modelo do Mosaico Fluido, realizado em 1972 por Singer e Nicolson. Neste modelo há um mosaico de moléculas de proteína mergulhadas totalmente ou parcialmente nas duas camadas fluidas de moléculas de lipídios. O modelo concorda com todos os dados experimentais conhecidos e pode ser aplicado a todas as membranas celulares, exceto a parede celular.
Os principais tipos de lipídios que encontramos nas membranas celulares são:
*Fosfolipídio e o glicolipídio - presentes em todos os seres celulares;
*Colesterol - presente apenas em protistas e animais.
As moléculas dos lipídios possuem porções com afinidade pela água (parte hidrofílica) e porções com rejeição pela água (parte hidrofóbica). quando completadas por água ao seu redor estas moléculas dispõem-se naturalmente em duas camadas: parte hidrofílica que mantém contato com a água e a parte hidrofóbica protegida da água. A parte hidrofílica fica para fora e a parte hidrofóbica dentro. As camadas de lipídios tendem unir suas extremidades formando compartimentos fechados. A formação de membranas com duas camadas de lipídios dispostas é um processo natural.
Estas camadas duplas de lipídios são fluidas, permite assim a movimentação de moléculas no plano da membrana.
As proteínas que entram na constituição das membranas são globulares e atravessam camadas de lipídios. As proteínas conferem às membranas funções específicas. Depende da quantidade e tipo da proteína, a membrana relaciona-se a uma determinada função.
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Parede Celular
É uma estrutura rígida, inerte e externa à membrana plasmática. Por isso, os organismos que a possuem tem menos possibilidade de modificar suas células.
Nos procariontes o principal componente químico da parede celular é o peptoglicano (peptidoglicano), uma macromolécula formada por açúcares com peptídios. Entre os protistas existem alguns com parede celular, sendo a composição química de celulose ou sílica.
A maioria dos fungos apresenta parede celular composta basicamente por quitina, encontrando celulose em alguns grupos.
A quitina é um polissacarídeo que se encontra em alguns animais, como insetos, mas não se encontra em plantas.
Nas plantas a parede celular é formada por celulose, chamada de membrana celulósica.
Numa célula vegetal a parede celular é fina e chamada de parede celular primária. O espaço delimitado é chamado lúmen celular e ocupa-se com protoplasma (membrana plasmática, citoplasma e núcleo).
A célula adulta, a parede celular apresenta espessamentos devido a novos depósitos de materiais e recebe o nome de parede celular secundária. É formada pela deposição de material por dentro, o lúmen celular fica reduzido.
A parede secundária se torna a principal pela resistência da parece celular. Composto por lignina e a suberina, ocorre na parede celular dando maior resistência.
Uma característica das células vegetais é a presença de pontos de contato entre células próximas, onde não tem deposição de celulose. Nestas pontes citoplasmáticas chamadas plasmodesmos, ocorre intercâmbio de material entre as células.
Nos procariontes o principal componente químico da parede celular é o peptoglicano (peptidoglicano), uma macromolécula formada por açúcares com peptídios. Entre os protistas existem alguns com parede celular, sendo a composição química de celulose ou sílica.
A maioria dos fungos apresenta parede celular composta basicamente por quitina, encontrando celulose em alguns grupos.
A quitina é um polissacarídeo que se encontra em alguns animais, como insetos, mas não se encontra em plantas.
Nas plantas a parede celular é formada por celulose, chamada de membrana celulósica.
Numa célula vegetal a parede celular é fina e chamada de parede celular primária. O espaço delimitado é chamado lúmen celular e ocupa-se com protoplasma (membrana plasmática, citoplasma e núcleo).
A célula adulta, a parede celular apresenta espessamentos devido a novos depósitos de materiais e recebe o nome de parede celular secundária. É formada pela deposição de material por dentro, o lúmen celular fica reduzido.
A parede secundária se torna a principal pela resistência da parece celular. Composto por lignina e a suberina, ocorre na parede celular dando maior resistência.
Uma característica das células vegetais é a presença de pontos de contato entre células próximas, onde não tem deposição de celulose. Nestas pontes citoplasmáticas chamadas plasmodesmos, ocorre intercâmbio de material entre as células.
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Biologia
Membranas Celulares
domingo, 22 de maio de 2011
Dividimos as células em duas classificações quanto a sua estrutura:
*Parede celular: presente nas cianobactérias e bactérias, alguns protistas, fungos e vegetais. A composição da parede celular varia conforme grupo de organismos.
*Membrana plasmática: encontrada em todas células. Assemelha-se em todos os organismos, formada por lipídios e proteínas.
*Parede celular: presente nas cianobactérias e bactérias, alguns protistas, fungos e vegetais. A composição da parede celular varia conforme grupo de organismos.
*Membrana plasmática: encontrada em todas células. Assemelha-se em todos os organismos, formada por lipídios e proteínas.
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Biologia
Os Microscópios e a Citologia
Devido o aperfeiçoamento do microscópio foi possível conhecer mais sobre as células, permitindo assim o desenvolvimento da Citologia (a ciência que estudas as células).
A primeira observação sobre as células foi elaborada por Robert Hooke (http://www.pediaonline.com.br/2011/05/robert-hooke-1635-1703.html) em 1665, examinando uma fatia de cortiça. Os trabalhos foram esquecidos até o ano de 1838, quando Schleiden trabalhou num microscópio mais avançado e comprovou a existência de células em todas as plantas. No ano seguinte, Schwann demonstrou que havia células nos animais também.
Assim Schleiden e Schwann protagonizaram a doutrina celular que afirmava: todo ser vivo é formado por células. Os vírus eram a excessão da doutrina.
Os microscópios simples e usados no estudo das células são os ópticos, utilizam luz para iluminar os objetos a serem analisados. O estudo mais detalhado da célula exige o uso de outro modelo, o eletrônico, permitindo aumentos maiores e mais eficientes.
Nos dias de hoje os microscópios mais potentes são os eletrônicos de varredura por tunelamento, permite até a observação de átomos. Estes microscópios destinam-se à observação da superfície dos materiais.
Possibilidades de aumento dos microscópios:
*Óptico: 2.000 vezes;
*Eletrônico: 1.000.000 vezes;
*Eletrônico de varredura por tunelamento: 100.000.000 vezes.
A primeira observação sobre as células foi elaborada por Robert Hooke (http://www.pediaonline.com.br/2011/05/robert-hooke-1635-1703.html) em 1665, examinando uma fatia de cortiça. Os trabalhos foram esquecidos até o ano de 1838, quando Schleiden trabalhou num microscópio mais avançado e comprovou a existência de células em todas as plantas. No ano seguinte, Schwann demonstrou que havia células nos animais também.
Assim Schleiden e Schwann protagonizaram a doutrina celular que afirmava: todo ser vivo é formado por células. Os vírus eram a excessão da doutrina.
Os microscópios simples e usados no estudo das células são os ópticos, utilizam luz para iluminar os objetos a serem analisados. O estudo mais detalhado da célula exige o uso de outro modelo, o eletrônico, permitindo aumentos maiores e mais eficientes.
Nos dias de hoje os microscópios mais potentes são os eletrônicos de varredura por tunelamento, permite até a observação de átomos. Estes microscópios destinam-se à observação da superfície dos materiais.
Possibilidades de aumento dos microscópios:
*Óptico: 2.000 vezes;
*Eletrônico: 1.000.000 vezes;
*Eletrônico de varredura por tunelamento: 100.000.000 vezes.
Outras unidades passaram a fazer parte da área de microscopia, o micrometro (µm), o nanometro (nm) e o angström (Å).
Medidas usadas na microscopia:
*1 µm (micrometro) = 0,001 mm (milésima parte do milímetro);
*1 nm (nanometro) = 0,001 µm (milésima parte do micrometro);
*1 Å (angström) = 0,1 nm (décima parte do nanometro).
*Quer praticar? Entre no link de exercícios relacionados ao tema:
http://www.pediaonline.com.br/2011/05/exercicios-de-biologia-5.html
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Biologia
Os Vírus
sábado, 21 de maio de 2011
*Quer praticar? Entre no link de exercícios relacionados ao tema:
http://www.pediaonline.com.br/2011/05/exercicios-de-biologia-5.html
São seres pequenos e passaram a ser conhecidos com a invenção do microscópio eletrônico. Sua estrutura é composta por um envoltório protéico que abriga o material genético (cromossomo), não apresenta estrutura celular. A forma do vírus varia bastante, havendo os arredondados até os poliédricos com cauda.
Os vírus apresentam manifestações quando parasitam células vivas. Como não possuem estrutura celular, muitos consideram os vírus como partículas especiais e não seres vivos. A posição mais aceita na área da Biologia trata eles como seres vivos, pois eles são constituídos por ácidos nucléicos.
http://www.pediaonline.com.br/2011/05/exercicios-de-biologia-5.html
São seres pequenos e passaram a ser conhecidos com a invenção do microscópio eletrônico. Sua estrutura é composta por um envoltório protéico que abriga o material genético (cromossomo), não apresenta estrutura celular. A forma do vírus varia bastante, havendo os arredondados até os poliédricos com cauda.
Os vírus apresentam manifestações quando parasitam células vivas. Como não possuem estrutura celular, muitos consideram os vírus como partículas especiais e não seres vivos. A posição mais aceita na área da Biologia trata eles como seres vivos, pois eles são constituídos por ácidos nucléicos.
| Sem estrutura celular | Vírus | |
| Com estrutura celular | Procariontes | Moneras |
| Com estrutura celular | Eucariontes | Protistas, fungos, animais, plantas |
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Biologia
Tamanho das Células
As células num modo geral são microscópicas, são medidas em micrometros (µm). Um micrometro é a milionésima parte do metro (10-6 m).
As células humanas tem normalmente entre 5 a 50 micrometros.
Apesar de a grande maioria das células serem microscópicas, existem algumas macroscópicas.
*Quer praticar? Entre no link de exercícios relacionados ao tema:
http://www.pediaonline.com.br/2011/05/exercicios-de-biologia-5.html
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Estrutura Celular
Os organismos com excessão dos vírus são formados por células. De acordo com o tipo estrutural de célula que integra seu corpo, podem ser classificados em eucariontes ou procarioentes.
Os eucariontes são formados por células eucarióticas, apresenta membrana plasmática, citoplasma e núcleo, sendo este limitado por uma membrana chamada carioteca. Apresentam membranas internas limitando organelas na região citoplasmática.
A célula dos organismos procariontes apresenta membrana plasmática e citoplasma, sendo o material genético encontrado na região chamada nucleóide, não sendo limitada por carioteca. Nas células procarióticas não há organelas delimitadas por membranas.
Os únicos seres vivos que apresentam células procarióticas são as bactérias e algas azuis, estas são atualmente chamadas de cianobactérias. Todos os outros organismos de estrutura celular são formados por células eucarióticas.
*Quer praticar? Entre no link de exercícios relacionados ao tema:
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Os eucariontes são formados por células eucarióticas, apresenta membrana plasmática, citoplasma e núcleo, sendo este limitado por uma membrana chamada carioteca. Apresentam membranas internas limitando organelas na região citoplasmática.
A célula dos organismos procariontes apresenta membrana plasmática e citoplasma, sendo o material genético encontrado na região chamada nucleóide, não sendo limitada por carioteca. Nas células procarióticas não há organelas delimitadas por membranas.
Os únicos seres vivos que apresentam células procarióticas são as bactérias e algas azuis, estas são atualmente chamadas de cianobactérias. Todos os outros organismos de estrutura celular são formados por células eucarióticas.
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A Revolta da Vacina (1904)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
A revolta da vacina aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, durante as obras de reurbanização e saneamento do centro da cidade, realizadas no governo de Rodrigues Alves.
Essas obras, embora importantes do ponto de vista sanitário, exigiram grandes sacrifícios da população mais carente da cidade, pois implicavam na erradicação dos cortiços e casebres da região central da cidade, obrigando seus moradores a se mudarem para a periferia ou para os morros.
Outra medida saneadora desse processo de transformação urbana, era o combate às doenças endêmicas que assolavam a cidade, como a peste bubônica, a febre amarela e a varíola.
O responsável pela Saúde Pública do governo era o médico sanitarista Osvaldo Cruz, que além de medidas como matar os ratos e combater os mosquitos, determinou a vacinação obrigatória da população.
Insatisfeira com o problema de moradia, agravado pelo alto índice de desemprego da época, a população se rebelou à obrigatoriedade da vacina, dando início à revolta: milhares de pessoas saem às ruas apedrejando bondes, saqueando o comércio, espancando policiais etc. Durante alguns dias a cidade tornou-se um verdadeiro campo de batalha.
Forças contrárias ao governo tentaram usar o movimento popular para derrubar o presidente, mas a revolta foi derrotada por tropas fiéis a Rodrigues Alves.
O saldo foram várias mortes, prisão de centenas de pessoas e até deportação.
Essas obras, embora importantes do ponto de vista sanitário, exigiram grandes sacrifícios da população mais carente da cidade, pois implicavam na erradicação dos cortiços e casebres da região central da cidade, obrigando seus moradores a se mudarem para a periferia ou para os morros.
Outra medida saneadora desse processo de transformação urbana, era o combate às doenças endêmicas que assolavam a cidade, como a peste bubônica, a febre amarela e a varíola.
O responsável pela Saúde Pública do governo era o médico sanitarista Osvaldo Cruz, que além de medidas como matar os ratos e combater os mosquitos, determinou a vacinação obrigatória da população.
Insatisfeira com o problema de moradia, agravado pelo alto índice de desemprego da época, a população se rebelou à obrigatoriedade da vacina, dando início à revolta: milhares de pessoas saem às ruas apedrejando bondes, saqueando o comércio, espancando policiais etc. Durante alguns dias a cidade tornou-se um verdadeiro campo de batalha.
Forças contrárias ao governo tentaram usar o movimento popular para derrubar o presidente, mas a revolta foi derrotada por tropas fiéis a Rodrigues Alves.
O saldo foram várias mortes, prisão de centenas de pessoas e até deportação.
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