*Economia e Sociedade.
Domínio da agropecuária, com instrumentos trabalhistas rudimentares sendo feitos de pedra, madeira e barro. O bronze foi incluído na metade final do terceiro milênio a.C, mas a revolução real ocorreu com sua utilização no final do segundo milênio da Era Cristã.
Acredita-se que os meios de produção estavam sob controle do Estado e dos templos. O templo era o centro que recebia a produção, assim distribundo de acordo com as necessidades, como também proprietário de boa parte das terres, sendo denominado cidade-templo.
Estudos recentes mostram que não só o setor de economia dos templos e palácios, mas havia um setor privado que também fazia parte da economia da cidade-estado.
Uma corporação de Sacerdotes administrava as terras, que pertenciam aos seus deuses, eram entregues aos camponeses. Cada família recebia um lote, assim entregaria parte da colheita ao templo como pagamento pelo uso da terra. As propriedades particulares eram cultivadas por assalariados ou arrendatários.
O número de escravos entre os sumerianos era baixo. Os comerciantes estavam a serviço dos templos e palácios, mas podiam fazer negócios por conta própria. No decorrer dos anos ocorreram modificações sociais. Nos tempos de Hamurabi por exemplo, a sociedade era dividida em três níveis:
- Awilum: homens livres.
- Mushkenum: homem livre dependente do palácio, status inferior.
- Wardum: escravo.
*Política.
A revolução urbana ocorreu na Baixa Mesopotâmia no final do quarto e início do terceiro milênio a.C. O Estado passou a ser cidade que englobava área além dos perímetros urbanos.
As principais mudanças foram:
- Aumento da produção agrícola, vivendo nas cidades e dedicando-se a diversas atividades.
- Sociedade dividida em níveis sociais e comandada pela elite política, militar e religiosa.
- Tributos e edifícios públicos grandes.
- Desenvolvimento comercial e artesanal.
- Surgimento da escrita.
- Desenvolvimento das ciências exatas e arte figurativa aparecendo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comments
Postar um comentário