No mundo em que vivemos tal é sua evolução, principalmente no meio social. Um destaque para a relação entre homem e mulher que vem sofrendo constantes alterações no seu modo de conviver.
Antigamente os pais escolhiam o noivo para suas filhas. De certa forma, várias vezes não agradavam o desejo feminino e acabava casando-se pelo status social ou contra sua vontade, forçada pelo pai. Definitivamente os casais eram arranjados pelas famílias, sendo assim, desvalorizando o verdadeiro amor.
Com o avanço do pensamento social e aumento da liberdade de escolha, o homem e a mulher poderiam formar-se como um casal, envolvendo uma atração mútua. A interferência dos pais diminui em grande escala, e, valorizou-se o sentimento existente entre ambos com uma relação harmoniosa e mais duradoura.
Hoje em dia o sentimento real vem perdendo seu valor, os casais não se atraem mais por amor, e sim, por interesses individuais. Pensa-se muito no eu e esquecem o nós que é o verdadeiro casal. Muitos problemas têm acarretado, sendo fruto dessa desvalorização, como: a grande maioria dos jovens só “fica” e não se respeitam; os adultos não querem mais compromisso, enfim, não são todos, mas um bom tanto.
Não entendo o que tem acontecido para isso ocorrer? Cadê os casais passeando de mãos dadas e dedos entrelaçados; cadê a paixão escrita em cartas acompanhadas de rosas, rosas vermelhas, rosas brancas, rosas rosa, mas enfim, que sejam rosas.
Ele precisa voltar o romantismo entre o ser humano, a atração pelo oposto com sentimento real e puro, a relação a dois, deixar de ser eu para sermos nós e manter vivo o amor... Da mesma maneira aqui se nasce aqui se morre... O sentimento precisa da chama da paixão verdadeira para sobreviver o amor real.
- Autor: Giancarlo de Oliveira.
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