- Acupressura: na metade deste século. Travell introduziu o conceito de "Trigger Points" (considerados áreas discretas, hipersensíveis, encontradas primariamente nos músculos, mas também em outros tecidos conjuntivos) no tratamento de síndromes miofasciais.
Esses pontos previsíveis sobre a pele têm uma diminuição na resistência à passagem de corrente elétrica que pode ser medida. É interessante notar que, 71% do tempo, as localizações dos pontos de acupuntura correspondem com os trigger points, pontos motores, ou um tronco nervoso periférico superficial.
A acupressura pode ser considerada uma versão não invasiva da acupuntura; ao invés de se inserir agulhas em pontos específicos do corpo como na acupuntura, aplica-se uma pressão profunda mantida com as pontas dos dedos. A prática de aplicar um estímulo externo em pontos específicos do corpo não é nova na medicina ocidental.
A prática atual inclui o tratamento dessas áreas com uma variedade de modalidades incluindo calor, frio, ultra-som e estimulação elétrica.
- Reflexologia e Auriculoterapia: baseiam-se novamente no fenômeno do reflexo cutâneo-visceral e são na verdade aplicações específicas da acupressura. Os chineses acreditam que todo o corpo está representado cutaneamente sobre a sola do pé, a orelha, o olho e a palma da mão.
A reflexologia e a auriculoterapia envolvem a aplicação de pressão profunda com os dedos sobre os pontos que correspondem com disfunções orgânicas identificáveis sobre a sola do pé ou orelha, respectivamente. A equivalência japonesa desse tratamento é chamada Shiatsu.
Essas abordagens não são bem aceitas ou usadas na prática médica ocidental atual. Contudo permanece a possibilidade de que a organização funcional do sistema nervoso seja diferente de sua organização estrutural e de que existam pontos de entrada funcionais discretos nele.
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